quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Budapeste - Dicas Gerais

Começando a série gostaria de reforçar o que o Gu disse, Budapeste foi uma grata surpresa, amamos!!! 


Hospedagem

Uma das grandes vantagens da cidade é o preço, a começar pelos hotéis. Escolhemos o New York Palace Boscolo pelo preço, estilo e por ser um ícone turístico. Fica localizado bem no coração de Peste, a parte mais moderna e é um ponto de visitação. O lindíssimo prédio neo renascentista alojava a New York Life Insurance Company na cidade, de onde vem o nome do hotel, e hoje abriga também o New York café, um dos melhores (e mais caros - uma das poucas coisas caras da cidade) da cidade.

Pagamos para a nossa viagem USD 150 a diária, com direito a spa e ficamos super satisfeitos com a estadia. Fizemos a reserva pelo booking.com.

New York Palace Boscolo

New York Palace Boscolo

New York Palace Boscolo

New York Palace Boscolo

New York Palace Boscolo



Outra boa opção, mas um pouco mais onerosa, é o Corinthia Hotel Budapest. Visitamos o hotel quando fomos ao brunch (espetacular, informações aqui) e encontramos um grupo de brasileiros que estavam hospedados lá e estavam adorando. Fica na mesma rua do anterior, cerca de 7 minutos andando.

Transporte

Achamos tudo muito simples e funcional em termos de transporte. A facilidade começou pelo shuttle, pegamos a dica no Filigrana  e usamos o Budapest Airport Minibusz.
O aeroporto tem vários terminais, mas os terminais em si não são muito grandes. Assim que se sai do avião e chega-se na esteira de bagagens há um stand de informações turísticas.




Língua - atração a parte
 
 A melhor coisa que fizemos foi pegar os livretos, pois conta mais da história e pontos turísticos da cidade do que qualquer guia que conseguimos comprar, além de mapas e dicas que nos ajudaram muito.
Saindo no desembarque, já avistamos o stand do shuttle e acertamos a ida e a volta por HUF 3600 (realmente inacreditável!!!).
E o melhor, serviço impecável. Uma van que te leva e busca do hotel, e chega na hora combinada. Todos falam inglês e vc só precisa dar o nome do hotel. A melhor dica é deixar para pagar no stand e pagar em euro, pois a cotação é superior a da casas de câmbio. 

Por falar em casa de câmbio, use a do lobby do aeroporto para trocar o mínimo, pois a cotação é péssima. As casas de cãmbio na cidade têm cotação mais favorável, mas a melhor opção e´sacar o dinheiro em caixas eletrônicos e concentrar os gastos no cartão (lembrem-se das milhas!!!).

Na cidade, só andamos de transporte público (metrô, trem de superfície, ônibus e bonde). Pegamos táxi uma única vez, para irmos à ópera.

A melhor opção é comprar o ticket para 24 ou 72 horas, dependendo do tempo que se têm. Há máquinas para compra em todas as estações do metrô e estes bilhetes servem para todos os meios de transporte. Não esqueça de andar sempre com seu bilhete, pois há fiscais em quase todas as estações.
Tela e preços no metrô

Linha vermelha e suas estações



Ópera 

Conhecida como Operaház e Casa da Ópera, o local surgiu para dar um lar à ópera nacional, nascida no começo do século XIX como fenômeno cultural e como arma de reivindicação da autonomia e resistência húngaras frente ao domínio da Áustria dos Habsburgo.
Este nova corrente recorreu ao idioma húngaro para criar óperas focadas em eventos e grandes personagens da história nacional.
Apesar seu desinteresse pelo projeto, o imperador Francisco José I apoiou a construção do edifício com a condição de que não fosse maior que a Ópera de Viena. 
Karczag explicou que hoje em dia os dois edifícios não podem ser comparados, já que durante a Segunda Guerra Mundial a de Viena foi destruída pelos bombardeios e depois reconstruída, enquanto a de Budapeste ficou intacta.
A Ópera de Budapeste, a mais moderna da Europa quando inaugurada, sofreu várias remodelações ao longo de sua história, mas elas não chegaram a afetar à estrutura original.
Frente ao palco foi criado o camarote real, hoje usado pelas mais altas autoridades húngaras e estrangeiras.
Ele já foi ocupado em algumas ocasiões pela imperatriz Sissi. Durante a ditadura comunista, a ópera foi um dos elementos essenciais da propaganda política.
Desde 1960 aumentou ao apoio oficial à ópera e se abriu a porta à troca cultural com outros países do bloco comunista. Além disso, um certo relaxamento do autoritarismo, conhecido como a ditabranda, pôs a Hungria na moda entre os artistas ocidentais.








Eu e Sissi


A ópera de Budapeste já foi considerada uma das mais modernas da Europa, e diz-se que apesar de ser menor que a de Viena, seu interior é mais bonito e reza as más línguas que este foi o motivo de o Imperador e Sissi terem ido somente à sua inauguração.

Foi uma das experiências mais bonitas que já assisti. E o melhor, fica-se no melhor lugar pagando uma pechincha!!! Não deixe de conferir a programação para a época da sua viagem, vale muito a pena. Compra-se pelo site e imprimi-se o ingresso em casa. Uma beleza!!!


3 comentários:

  1. Achei seu blog pelo VnV e estou simplesmente adorando! Mas tira uma dúvida... precisa ir tão chique assim pra ópera? Não tava afim de levar terno e gravata na mala... o paletó ocupa muito espaço ... :) E em relação a compras? Budapeste é um bom lugar para comprar? Parabéns!

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  2. Oi Andre,
    Que bom que vc está gostando, fico feliz!!!
    Na ópera o pessoal estava mais para arrumado, mas tinha gente tranquila tb! Eu e o Gustavo a gente puxa pro arrumadinho...rs Mas acho tranquilo não ir arrumado, lá tem de tudo :)
    Budapeste é um excelente lugar para comprar!!! Ainda vou fazer um post sobre compras, mas na Andrassy utca (tipo champs elysees de lá) tem todas as lojas chiques, como LV, Burberry, Armani... O preço é um pouco menor que nas outras cidades da Europa.
    Lá tem outlet tb!!! Em breve farei um post sobre compras.
    Bjos!

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  3. Bia, eu sei que tem muito tempo que você postou isso! Mas você achou Budapeste perigosa? Existe algum email que possamos nos falar? Queria algumas dicas!

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