terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Clube de viagens de luxo exclusivo

Queridos,
estou adorando as promoções e pacotes do Voyage Privé. Esta semana, por exemplo, tem um pacote para Lisboa sensacional, super em conta. Para semana que vem um pra Praga já prometido!!!
Vale a pena conferir:
http://www.voyage-prive.com.br/membres/inscription/BeatrizBONELLI41679

domingo, 27 de novembro de 2011

Tel Aviv - Parte 1

A última etapa da viagem por Israel foi Tel Aviv. Saímos de Jerusalém de carro depois do almoço e a viagem foi bem fácil e rápida. Tem muita sinalizaçao e pegar a estrada na direção certa não teve mistério algum.

Ficamos no Brown Hotel (site), bem localizado e perto do charmoso bairro Neve Tsedek e do Boulevard Rothschild, avenida de bares e restaurantes. O hotel é novo, moderno, com um rooftop para relaxar e uma mesa permanente de café, capuccino e petit fours deliciosos na recepção.

A idéia inicial era irmos ao Social Club (Blvd. Rothschild, 45), um bar badalado que escolhemos pela Time Out. Quando decidimos sair todos os lugares mais legais estavam com muita fila ou precisavam de reserva. Acabamos comendo no Moses (Blvd. Rothschild, 35), um chain restaurant local. Comida boa, mas nada demais. 

Moses

O hotel oferecia o café da manha em alguns restaurantes que ficam por perto. Escolhemos o Nana Bar (site), que fica em Neve Tsedek e foi ótimo. Para não termos que pagar mais estacionamento e diárias de aluguel desnecessárias, resolvemos devolver o carro.

Nana Bar

De lá, fomos ao Museu do Povo Judeu (Beit Hatfutsot)site - que conta os 2000 anos da história da dispersão do povo judeu pelo mundo. O museu fica no campus da Universidade de Tel Aviv. O acesso não é muito fácil. Na ida, pegamos um taxi (entrada pelo portão n. 2 do campus - ou portão Malatia) e na volta conseguimos pegar um ônibus (linhas 24, 25 ou 27) que nos deixou na praia e aproveitamos para dar uma caminhada pela orla. 

Promenade

Promenade

O museu é muito emocionante. O único problema foi que não nos lembramos que era sexta-feira, quando começa o shabat. Este é o dia semanal de descanso no judaísmo que tem começo no por-do-sol de sexta-feira e vai até o por-do-sol de sábado. Era quase meio-dia quando chegamos (perto da hora de fechar) e nossa visita acabou sendo um pouco corrida. Mas valeu muito a pena.




Entrada do Museu

Torah

Neste dia resolvemos dar um tempo de comidas muito típicas. Almoçamos num restaurante italiano chamado Allora (Blvd. Rothschild, 60) onde a comida é ótima e o atendimento muito bom e super informal. Lá, brincando com o fato de não haver cheeseburger em Israel por causa das regras da cozinha kosher (não se pode misturar carne e derivados de leite) pegamos a indicação de uma hamburgueria chamada Wolfnights (Yehuda Macabi, 53).


Descansando no rooftop do hotel

sábado, 26 de novembro de 2011

As Cores de Jerusalém


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Jerusalém - Holy City Tour

Por Gustavo Bonelli

No útlimo dia em Jerusalém, fizemos o Holy City Tour. Nesse tour, vemos com mais detalhes os principais pontos sagrados de Jerusalém: a Igreja do Santo Sepulcro, o Muro das Lamentações e as Mesquitas de Omar (Domo da Rocha) e al-Aqsa.

A primeira parada foi na Igreja do Santo Sepulcro. Esta Igreja foi constuída sobre o local onde teriam ocorrido a crucificação e o sepultamento de Jesus. A Igreja tem sua administração compartilhada por seis religiões cristãs, cada uma tendo um espaço proporcional ao seu tamanho e importância. As três principais são a Grega Ortodoxa, Católica e Armênia. Além destas, temos a Copta, Síria e Etíope.

Entrada da Igreja do Santo Sepulcro

Seguindo a ordem dos fatos, você deve começar a visita subindo uma escada que fica logo à sua direita quando você entra. Ali, protegida por um vidro blindado, fica a rocha onde foi fincada a cruz na qual Jesus foi crucificado. É possível passar a mão na rocha agachando embaixo de um altar onde há uma abertura que dá acesso a ela.

O altar sobre a rocha

Abertura para tocar a pedra

Descendo a escada do outro lado do altar, chega-se à pedra em que Jesus teria sido limpo e preparado para ser sepultado. Nesta pedra, que muitos acreditam ter poderes milagrosos, muitas pessoas colocam terços, roupas e até mesmo bebês para que eles sejam abençoados.

Pedra onde Jesus foi preparado para ser sepultado



Encerrado por uma “caixa”ornada com diversos simbolos cristãos, fica o túmulo onde Jesus teria sido sepultado. Ali você deve entrar numa fila e ter uma boa dose de paciência. A visita ao túmulo é rápida. Quase cronometrada. E nao tem como ser diferente pois senão duraria uma eternidade. Mesmo com toda essa organização e sabendo que talvez os fatos não tenham acontecido exatamente naqueles locais, não dá pra deixar de se emocionar se você tem alguma crença, qualquer que seja.

Túmulo de Jesus

Dali, após uma parada para o almoço, seguimos para o Monte do Templo. Mais uma vez passamos por todo o esquema de segurança e subimos uma rampa de madeira que parece até um pouco improvisada até chegarmos à parte muçulmana do Monte.

Parênteses. O conflito entre árabes e judeus para nós às vezes parece incompreensível mas quando você conhece um pouco da história, começa a entender que não só o problema é muito antigo, como vai ser muito difícil de resolver. Pra ficar só no que diz respeito ao tour, o Monte do Templo foi onde o rei Salomão construiu o Primeiro Templo a mando de Deus, que foi destruído por Nabucodonosor – rei da Babilônia. No mesmo local do templo de Salomão, Davi construiu o Segundo Templo que foi destruído pelos romanos sob o comando de Tito. O que resta hoje do Segundo Templo ficou conhecido como o Muro das Lamentações.

Homens de um lado, mulheres do outro


Homens devem usar um quipá


Exatamente no mesmo local onde ficava localizado o Segundo Templo, os muçulmanos acreditam que ocorreu o milagre conhecido como Isra e Mi'raj. Enquanto Maomé rezava em Meca, o Arcanjo Gabriel aparece para trazê-lo o Al-Buraq, que irá levá-lo até a mesquita distante (Al-Aqsa). Dali, Maomé segue até uma escada que sobe ao céu e dessa forma recebe a ordem de Deus para que ele diga ao povo que deverá rezar 5 vezes ao dia. Assim, baseados nesses relatos, os muçulmanos construíram sobre o Monte do Templo duas mesquitas. O Domo da Rocha, certamente a construção mais bonita de toda a cidade, foi construído sobre a rocha de onde subia a escada que levou Maomé ao céu, segundo as escrituras bem no local do Segundo Templo. A mesquita Al-Aqsa fica sobre o ponto onde o Al-Buraq desceu com Maomé. Tirem suas próprias conclusões.

Mesquita Al-Aqsa


Domo da Rocha


Seguimos para o último local sagrado do tour. Passando pelo portão de Zion, que fica voltado para o Monte Zion, seguimos até a sala onde teria ocorrido a Última Ceia. Mais um local onde os muçulmanos deixaram marcada a sua passagem, com direito a uma mirhab que indica a direção de Meca.


Mihrab


A história de Jerusalém pode ser contada de várias formas através das escrituras das religiões. Mas como tudo aquilo que vem do homem, as religiões não são perfeitas. Mais do que descobrir quem está certo, visitar Jerusalém nos abre a possibilidade de conhecer um pouco mais e entender as histórias por trás da História. 

domingo, 30 de outubro de 2011

Jerusalém - Monte das Oliveiras

Por Gustavo Bonelli

Com o passar do tempo, toda a energia religiosa presente na cidade vai aos poucos tomando conta de você, por menos fé que voce tenha. A segunda razão que faz de Jerusalém uma cidade intrigante é exatamente isso: perceber como são diversas e ao mesmo tempo universais as manifestações de fé.

Na parte da tarde, programamos o tour ao Monte das Oliveiras. Esse talvez seja o mais importante de se fazer com guia porque fica fora da Cidade Antiga. No horário marcado para começar, o grupo se reuniu e nosso guia nos levou até o ponto onde pegaríamos uma van até o local onde o passeio começa: a Capela da Ascensão.

A Capela da Ascensão é um local sagrado para cristãos e muçulmanos e foi construída sobre o local de onde Jesus teria subido aos céus após sua ressurreição. Originalmente era uma estrutura aberta, mas a arquitetura foi alterada com a construção de uma cúpula fechada, resquício do domínio árabe em Jerusalém, tendo servido como mesquita por cerca de 300 anos. Hoje em dia pertence aos muçulmanos.

Capela da Ascensão

Pegada deixada por Jesus
 

Seguimos de lá para a Igreja do Pai Nosso (Church of the Pater Noster). Essa Igreja foi construída em torno da gruta onde se acredita que Jesus ensinou a oração aos seus discípulos. Há muitos painéis com o Pai Nosso escrito em diversas línguas.

Igreja do Pai Nosso

Gruta onde foi ensinada a oração

Painéis com a oração em várias línguas


Andando um pouco mais, chegamos ao cemitério judeu, que existe há cerca de 3000 anos. São mais de 150.000 tumulos e, segundo nosso guia, a última pessoa a ser enterrada ali teve que desembolsar USD 2 milhões para garantir seu lugar na primeira fileira da ressurreição. Os judeus tem como costume colocar pedras sobre os túmulos ao invés de flores pois elas simbolizam a eternidade. Quando o Messias chegar, ressucitará os mortos no dia do Juizo Final. Para orientar sua caminhada até o Monte do Templo, todos estão enterrados com os pés voltados para lá.



Ao invés de flores, pedras


O local que visitamos em seguida, o Santuário Dominus Flevit, é onde está localizada a Igreja Dominus Flevit construída em 1954 com o desenho de uma gota, criado pelo arquiteto Antonio Barluzzi para simbolizar as lágrimas de Jesus. Segundo a Bíblia, neste local ele teria chorado ao prever a destruição de Jerusalém (associa-se a destruição pelos romanos no ano 70).

Vista do Dominus Flevit

Descendo mais um pouco, visitamos o Getsemane e a Igreja de Todas as Nações. A Igreja, originalmente chamada Basilica da Agonia, foi construída sobre a rocha onde Jesus teria rezado na noite de sua prisão e fica ao lado do jardim de Getsemane.

O Jardim


A Pedra


A Igreja


Por último, visitamos o túmulo de Maria que fica numa Igreja construída numa caverna na época das Cruzadas. 


Túmulo de Maria

Lá em cima, a entrada

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Internet 3G no exterior

Por Gustavo Bonelli


Com a Bia viajando por 3 semanas e a vontade de a gente conversar sobre a viagem a toda hora, resolvi procurar como seria possível ela ter acesso a internet sem depender de redes wifi abertas ou de ter que esperar até voltar para o hotel no fim do dia.




Acabei achando um post bem didático escrito pelo Fred Marvila do Sundaycooks que da o passo-a-passo de como fazer para usar não só smartphones mas tablets tb. Para acessar direto o post, clique aqui

Na verdade, não tem muito mistério. Basta você compra um chip pré-pago e colocá-lo no seu celular. Mas alguns detalhes fazem valer a pena a leitura do post. E pra ficar perfeito, é só juntar o acesso 3G com programas como Viber (ligações) e Whatsapp (mensagens) e aproveitar. 



sábado, 22 de outubro de 2011

Jerusalém - Free Tour

Jerusalém é uma cidade intrigante por diversos motivos. Em primeiro lugar, é uma cidade sagrada para 3 das principais religiões do mundo: cristã, judaica e muçulmana. Para cada uma delas, serviu de palco para passagens importantes relatadas nos seus respectivos livros sagrados: Bíblia, Torah e Alcorão. Esse será o primeiro post sobre os tours que fizemos em Jerusalém. Como já falamos antes, é muito recomendável que se faça o passeio pela cidade com guia porque isso irá eriquecer muito mais a viagem.

A história da cidade se mistura com a das religiões que são extremamente complexas e interligadas e seria impossível explicar muitas coisas por aqui. Por isso, falaremos um pouco de História enquanto mostramos fotos e damos algumas dicas, mas sem entrar em muitos detalhes.

O ponto de partida dos passeios guiados é o portão de Jaffa, onde fica o centro de informações turísticas. Chegando lá os guias já se apresentam pra voce e oferecem seus pacotes. Duas empresas disputam mais acirradamente os turistas: a Zion Walking Tours e a New Jerusalem Tours. As duas oferecem um primeiro passeio grátis como se fosse uma introdução a Jerusalém, que eles chamam de Free Tour, e na verdade é uma apresentação do serviço para que você compre os outros passeios (Mount of Olives tour e Holy City tour).

Há passeios em inglês e eles duram cerca de 2 a 2 1/2 horas. Para otimizar, tinhamos que fazer pelo menos dois passeios em um dos dias e acabamos escolhendo o free tour da Zion porque começava um pouco mais cedo e nos daria mais tempo para fazer o tour da tarde. O passeio dá uma boa visão geral da cidade mas esbarramos numa dificuldade que tirou um pouco nossa disposição de seguir o passeio até o fim. O guia tinha um sotaque muito forte e apesar de entendermos bem o inglês tivemos que fazer um certo esforço para entendê-lo. Além disso, encontramos no meio do passeio o grupo que acompanhava a outra empresa e a diferença era gritante. Com isso, decidimos mudar de empresa nos passeios seguintes.

A parte mais antiga de Jerusalém (conhecida como Cidade Antiga, ou Old City) é cercada por um muro e dividida em quatro partes que eles chamam de quarteirões (quarters): Judeu, Armênio, Muçulmano e Cristão.Nesse tour inicial, somos apresentados aos pricipais pontos da Cidade Antiga: o Patriarcado Armênio, o Monte do Templo – onde ficam o Muro das Lamentações e as Mesquitas de Omar e Al-Aqsa – e a Igreja do Santo Sepulcro. Entre um e outro, fomos conhecendo outras construções e aprendemos um pouco sobre a história da cidade.

Jerusalém e seus quarteirões (fonte: Wikitravel)


O quarteirão Armenio é o menor de todos. Em poucos minutos se conhece ele saindo da Torre de Davi, passando pelo Patriarcado Armênio, onde fica a catefral de St. James, indo até o portão de Zion. Olhando para fora do portão de Zion, tivemos a primeira visão do monte das Oliveiras, onde está o cemitério judeu em que se acredita que quem lá está enterrado será julgado primeiro no Juizo Final.

Portão de Zion (Zion's Gate)

Monte das Oliveiras e o cemitério judeu


Chegando ao quarteirão Judeu, vimos o Cardo. São ruinas de uma avenida construída pelos romanos que era ladeada por colunas e cortava a cidade de norte a sul. Mais adiante, a Sinagoga Hurva (ruína, em hebraico) é uma das mais importantes para os judeus, tendo sido destruída por duas vezes. Sua útima reconstruição recupera sua arquitetura do período Otomano e ironicamente lembra muito uma mesquita.

Ruínas do Cardo

Painel com reconstituição do Cardo

Sinagoga Hurva


Enfim, avistamos o monte do Templo (Temple Mount) área sagrada para árabes e judeus pois lá estão o Muro das Lamentações e as Mesquitas de Omar (Domo da Rocha, ou Dome of the Rock) e Al-Aqsa.Ele é uma área a parte e não está dentro de nenhum dos quarteirões. O acesso a essa área é super controlado, com detectores de metal e raio x para bolsas, como numa entrada de aeroporto. Ali, mulheres devem permanecer com os ombros cobertos e alguns xales improvisados sao oferecidos gratuitamente.

Monte do Templo (Temple Mount


Saindo dali, entramos no quarteirão muçulmano e a paisagem mudou radicalmente. É o de maior densidade populacional com ruas estreitas cheias de lojas e vendedores oferecendo produtos pra você e que não deixam dúvidas a respeito da vocação comercial do povo árabe. De modo geral, é fácil se perder dentro da Cidade Antiga, especialmente nas ruelas do quarteirão muçulmano. Imprescindível ir com mapa e muito aconselhável ir acompanhado.

Nessa parte, percorremos a Via Dolorosa, que é a Via Crucis percorrida por Jesus desde a sua condenação por Pilatos até sua crucificação e sepultamento. Tem início na entrada da cidade próxima ao portão Lion no quarteirão muçulmano e termina na Igreja do Santo Sepulcro no quarteirão cristão.


Um dos locais onde Cristo se apoiou

A Via Dolorosa que vemos hoje em dia não é mais a que originalmente Jesus percorreu. Mesmo assim, carrega uma forte energia e não tem como não se tocar com as demonstrações de fé em cada ponto importante da Via, como os locais onde Jesus fraquejou e caiu por estar muito cansado. São 14 no total, todos sinalizados, mas nem sempre muito visíveis, e simbolizam os momentos mais importantes ou dramáticos deste percurso.

Onde Veronica limpou o rosto de Cristo



Local da terceira queda de Jesus


No post sobre o Holy City tour entraremos em mais detalhes sobre os principais pontos religiosos. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Israel - do mar Morto a Jerusalém

Apesar de já termos tido uma bela impressão do mar Morto, foi no trecho entre Ein Bokek e Jerusalém que a paisagem realmente fez o queixo cair. A viagem de carro não tem mistério. Há muitas placas indicando a direção das cidades. A princípio, estávamos preocupados de cairmos por engano na Cisjordânia, que é território palestino, mas não erramos nenhuma vez.

A viagem dura cerca de 1:30h e a maior parte do tempo a estrada vai margeando o mar Morto. Na verdade, dá vontade de parar várias vezes pra tirar foto e a gente acaba demorando um pouco mais, mas é impossível deixar tanta beleza passar sem registro algum.

Saindo de Ein Bokek

Do outro lado, a Jordânia

Paisagem surreal


Cerca de 16km após sair de Ein Bokek, pode-se visitar as ruínas de Masada. Após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém pelos romanos no ano 70, cerca de 1000 zelotes (grupo de resistência armada) fugiram de Jerusalém e tomaram uma fortaleza romana que ficava no alto de uma montanha na região da Judeia. Durante 3 anos, resistiram às tentativas de reconquista. Mas no ano 73, os romanos concluíram a contrução de uma rampa que permitiu que levassem todo seu armamento, o que seria impossível para os zelotes vencer. Quando os romanos chegaram a Massada, encontraram todos os soldados mortos, após um suicídio em massa. Nos dias de hoje, o juramento dos soldados isralenses inclui a frase: “Massada não deverá sucumbir novamente” Nós chegamos a ir até lá, mas resolvemos não fazer o tour. Maiores informações, acesse o site aqui.

Entrada para Ein Gedi


No caminho, passamos também por Ein Gedi e tivemos certeza de que fizemos a escolha certa por Ein Bokek. Chegamos em Jerusalém no meio da tarde e fomos direto para o hotel. Reservamos o hotel Mamilla que fica numa região que está sendo renovada e é próximo do portão de Jaffa, uma das entradas para a cidade murada, o que facilitou bastante a nossa vida. Perto do hotel, um shopping (Mamilla Mall) com várias lojas e restaurantes também serviu de base pra gente.

A maioria dos pontos que mais interessa a quem vai a Jerusalém fica dentro da cidade antiga, circundada por um muro e a qual se tem acesso por 8 portões, ou em inglês, gates (Jaffa, Herodes, Damascus, New, Zion, Dung, Lion e Golden). A principal excessão é o monte das Oliveiras. O principal deles é o portão de Jaffa e lá fica o centro de informações turísticas para onde fomos pegar informações sobre os tours guiados. Essa é a melhor forma de você aproveitar a sua viagem. É muita informação para se absorver ao mesmo tempo e a história é muito complexa. Ir sem um guia vai fazer você aproveitar apenas 30% do que poderia.

Primeira visão dos muros da cidade antiga

Já informados, resolvemos desbravar um pouco por conta própria. Fomos primeiro, para a Igreja do Santo Sepulcro o que obrigatoriamente nos fez conhecer as ruas do Souk, mercado árabe onde pode-se encontrar praticamente de tudo. Como voltaremos a essas áreas mais tarde não vamos entrar em detalhes agora.

Portão de Jaffa


Portão de jaffa

Souk

A noite terminou com um jantar num dos restaurantes do shopping, o Café Rimon, e uma ótima balada no bar do hotel, o Mirror Bar.

Café Rimon



Mirror Bar