Começando a série gostaria de reforçar o que o Gu disse, Budapeste foi uma grata surpresa, amamos!!!
Hospedagem
Uma das grandes vantagens da cidade é o preço, a começar pelos hotéis. Escolhemos o New York Palace Boscolo pelo preço, estilo e por ser um ícone turístico. Fica localizado bem no coração de Peste, a parte mais moderna e é um ponto de visitação. O lindíssimo prédio neo renascentista alojava a New York Life Insurance Company na cidade, de onde vem o nome do hotel, e hoje abriga também o New York café, um dos melhores (e mais caros - uma das poucas coisas caras da cidade) da cidade.
Pagamos para a nossa viagem USD 150 a diária, com direito a spa e ficamos super satisfeitos com a estadia. Fizemos a reserva pelo booking.com.
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| New York Palace Boscolo |
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| New York Palace Boscolo |
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| New York Palace Boscolo |
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| New York Palace Boscolo |
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| New York Palace Boscolo |
Outra boa opção, mas um pouco mais onerosa, é o Corinthia Hotel Budapest. Visitamos o hotel quando fomos ao brunch (espetacular, informações aqui) e encontramos um grupo de brasileiros que estavam hospedados lá e estavam adorando. Fica na mesma rua do anterior, cerca de 7 minutos andando.
Transporte
O aeroporto tem vários terminais, mas os terminais em si não são muito grandes. Assim que se sai do avião e chega-se na esteira de bagagens há um stand de informações turísticas.
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| Língua - atração a parte |
A melhor coisa que fizemos foi pegar os livretos, pois conta mais da história e pontos turísticos da cidade do que qualquer guia que conseguimos comprar, além de mapas e dicas que nos ajudaram muito.
Saindo no desembarque, já avistamos o stand do shuttle e acertamos a ida e a volta por HUF 3600 (realmente inacreditável!!!).
E o melhor, serviço impecável. Uma van que te leva e busca do hotel, e chega na hora combinada. Todos falam inglês e vc só precisa dar o nome do hotel. A melhor dica é deixar para pagar no stand e pagar em euro, pois a cotação é superior a da casas de câmbio.
Por falar em casa de câmbio, use a do lobby do aeroporto para trocar o mínimo, pois a cotação é péssima. As casas de cãmbio na cidade têm cotação mais favorável, mas a melhor opção e´sacar o dinheiro em caixas eletrônicos e concentrar os gastos no cartão (lembrem-se das milhas!!!).
Na cidade, só andamos de transporte público (metrô, trem de superfície, ônibus e bonde). Pegamos táxi uma única vez, para irmos à ópera.
A melhor opção é comprar o ticket para 24 ou 72 horas, dependendo do tempo que se têm. Há máquinas para compra em todas as estações do metrô e estes bilhetes servem para todos os meios de transporte. Não esqueça de andar sempre com seu bilhete, pois há fiscais em quase todas as estações.
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| Tela e preços no metrô |
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| Linha vermelha e suas estações |
Ópera
Conhecida como Operaház e Casa da Ópera, o local surgiu para dar um lar à ópera nacional, nascida no começo do século XIX como fenômeno cultural e como arma de reivindicação da autonomia e resistência húngaras frente ao domínio da Áustria dos Habsburgo.
Este nova corrente recorreu ao idioma húngaro para criar óperas focadas em eventos e grandes personagens da história nacional.
Apesar seu desinteresse pelo projeto, o imperador Francisco José I apoiou a construção do edifício com a condição de que não fosse maior que a Ópera de Viena.
Karczag explicou que hoje em dia os dois edifícios não podem ser comparados, já que durante a Segunda Guerra Mundial a de Viena foi destruída pelos bombardeios e depois reconstruída, enquanto a de Budapeste ficou intacta.
A Ópera de Budapeste, a mais moderna da Europa quando inaugurada, sofreu várias remodelações ao longo de sua história, mas elas não chegaram a afetar à estrutura original.
Frente ao palco foi criado o camarote real, hoje usado pelas mais altas autoridades húngaras e estrangeiras.
Ele já foi ocupado em algumas ocasiões pela imperatriz Sissi. Durante a ditadura comunista, a ópera foi um dos elementos essenciais da propaganda política.
Desde 1960 aumentou ao apoio oficial à ópera e se abriu a porta à troca cultural com outros países do bloco comunista. Além disso, um certo relaxamento do autoritarismo, conhecido como a ditabranda, pôs a Hungria na moda entre os artistas ocidentais.
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| Eu e Sissi |
A ópera de Budapeste já foi considerada uma das mais modernas da Europa, e diz-se que apesar de ser menor que a de Viena, seu interior é mais bonito e reza as más línguas que este foi o motivo de o Imperador e Sissi terem ido somente à sua inauguração.
Foi uma das experiências mais bonitas que já assisti. E o melhor, fica-se no melhor lugar pagando uma pechincha!!! Não deixe de conferir a programação para a época da sua viagem, vale muito a pena. Compra-se pelo site e imprimi-se o ingresso em casa. Uma beleza!!!