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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Israel - do mar Morto a Jerusalém

Apesar de já termos tido uma bela impressão do mar Morto, foi no trecho entre Ein Bokek e Jerusalém que a paisagem realmente fez o queixo cair. A viagem de carro não tem mistério. Há muitas placas indicando a direção das cidades. A princípio, estávamos preocupados de cairmos por engano na Cisjordânia, que é território palestino, mas não erramos nenhuma vez.

A viagem dura cerca de 1:30h e a maior parte do tempo a estrada vai margeando o mar Morto. Na verdade, dá vontade de parar várias vezes pra tirar foto e a gente acaba demorando um pouco mais, mas é impossível deixar tanta beleza passar sem registro algum.

Saindo de Ein Bokek

Do outro lado, a Jordânia

Paisagem surreal


Cerca de 16km após sair de Ein Bokek, pode-se visitar as ruínas de Masada. Após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém pelos romanos no ano 70, cerca de 1000 zelotes (grupo de resistência armada) fugiram de Jerusalém e tomaram uma fortaleza romana que ficava no alto de uma montanha na região da Judeia. Durante 3 anos, resistiram às tentativas de reconquista. Mas no ano 73, os romanos concluíram a contrução de uma rampa que permitiu que levassem todo seu armamento, o que seria impossível para os zelotes vencer. Quando os romanos chegaram a Massada, encontraram todos os soldados mortos, após um suicídio em massa. Nos dias de hoje, o juramento dos soldados isralenses inclui a frase: “Massada não deverá sucumbir novamente” Nós chegamos a ir até lá, mas resolvemos não fazer o tour. Maiores informações, acesse o site aqui.

Entrada para Ein Gedi


No caminho, passamos também por Ein Gedi e tivemos certeza de que fizemos a escolha certa por Ein Bokek. Chegamos em Jerusalém no meio da tarde e fomos direto para o hotel. Reservamos o hotel Mamilla que fica numa região que está sendo renovada e é próximo do portão de Jaffa, uma das entradas para a cidade murada, o que facilitou bastante a nossa vida. Perto do hotel, um shopping (Mamilla Mall) com várias lojas e restaurantes também serviu de base pra gente.

A maioria dos pontos que mais interessa a quem vai a Jerusalém fica dentro da cidade antiga, circundada por um muro e a qual se tem acesso por 8 portões, ou em inglês, gates (Jaffa, Herodes, Damascus, New, Zion, Dung, Lion e Golden). A principal excessão é o monte das Oliveiras. O principal deles é o portão de Jaffa e lá fica o centro de informações turísticas para onde fomos pegar informações sobre os tours guiados. Essa é a melhor forma de você aproveitar a sua viagem. É muita informação para se absorver ao mesmo tempo e a história é muito complexa. Ir sem um guia vai fazer você aproveitar apenas 30% do que poderia.

Primeira visão dos muros da cidade antiga

Já informados, resolvemos desbravar um pouco por conta própria. Fomos primeiro, para a Igreja do Santo Sepulcro o que obrigatoriamente nos fez conhecer as ruas do Souk, mercado árabe onde pode-se encontrar praticamente de tudo. Como voltaremos a essas áreas mais tarde não vamos entrar em detalhes agora.

Portão de Jaffa


Portão de jaffa

Souk

A noite terminou com um jantar num dos restaurantes do shopping, o Café Rimon, e uma ótima balada no bar do hotel, o Mirror Bar.

Café Rimon



Mirror Bar