sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Oriente Médio - Aqaba

A Jordânia é uma monarquia de origem árabe e religião muçulmana. A moeda local é o dinar, que quando fomos valia cerca de 30% mais que o dólar americano (JOD 1,00 = USD 1,30). A capital do país é Amman, que não estava incluida no nosso roteiro. Aqaba é uma cidade ao sul da Jordânia e é a única ligação do país com o mar Vermelho. Até a década de 70, era apenas uma vila de pescadores, o que começou a mudar com a construção do porto. Entretanto, foi a criação da Zona Econômica Especial de Aqaba (como a nossa Zona Franca de Manaus) que fez a cidade crescer a altas taxas e atrair grandes investimentos.

 Após pegarmos o carro, fomos direto para o hotel. A parte turística da cidade é bem fácil de entender e o GPS é mais uma segurança do que uma necessidade. A King Hussein Street é paralela a orla e lá ficam a maioria dos hotéis. Bastam algumas voltas pra você logo entender a cidade e dispensar o GPS.

Reservamos a suite panorâmica do Kempinski Hotel Aqaba que fica na beira da praia. (http://www.kempinski.com/en/aqaba/Pages/Welcome.aspx). A diária saiu a USD 372,00 no hotel.com. O hotel é excelente. Ótimo atendimento, vista linda para o golfo de Aqaba, quarto amplo e moderno. O único senão foi o fato de termos que ficar esperando no lobby enquanto o quarto ficava pronto já que havíamos chegado bem adiantado.

Enquanto o quarto não fica pronto...


Snack in a box


Aproveitamos para almoçar no restaurante de frente para a piscina. Eles tem um esquema chamado snack in a box, que vem com entrada, prato principal e sobremesa. Tudo ótimo. Para acompanhar, uma taça de vinho branco. Foi o tempo certo para a mocinha do front desk avisar a gente de que o quarto estava pronto. Além de vários mimos como chocolates e doces árabes, podíamos consumir tudo do minibar à vontade já incluso no preço da diária, claro (em inglês, complimentary minibar). Como uma imagem vale mais que mil palavras, voilá.

O quarto

Chocolates porque, afinal, é Páscoa


À tarde, e finalmente, praia! Muito protetor solar (FPS 70) + chapeu + sombra pra evitar uma queimadura daquelas logo no início da viagem. E mesmo assim já deu pra perder aquele tom de branco consultório.

Piscina e protetor solar


Praia, mar e montanhas


À noite, fomos jantar num restaurante que tinhamos pedido por email para o concierge reservar (recomendável). Chama-se Romero (http://www.romero-jordan.com) e fica dentro do Royal Yatch Club de Aqaba, com uma bela vista para o mar. Pedimos uma mesa ao ar livre, na varanda, para admirarmos o cenário. O cardápio é bem variado e serve pratos pra todos os gostos. Boa comida e bom vinho a ótimos preços. O jantar com vinho saiu USD 40,00/pessoa.



A certa altura, começamos a escutar um som vindo de um alto falante de algum lugar ali perto. Era uma das 5 rezas obrigatórias que os muçulmanos devem fazer durante o dia e que aparentemente todos são obrigados a escutar!

Royal Yatch Club

Depois do jantar, uma voltinha para conhecer a cidade. Até entao, não tinhamos notado muita coisa sobre o comportamento das pessoas. Dentro do hotel, não dá pra perceber bem essas características locais. As hóspedes usam biquinis na praia e não há muito assédio. Já nas ruas fica claro que você não pertence àquele lugar. Todos te olham e em alguns momentos dá até pra se sentir uma celebridade. J

Downtown Aqaba

Não há muito o que ver na cidade. A rua principal que margeia a costa é repleta de grandes hotéis das principais redes do mundo. Entre um e outro, alguns restaurantes e lojinhas onde pode-se comprar artesanato e souvenires. Como no dia seguinte o plano era ir a Petra cedo, não estendemos muito a noite e voltamos para o hotel.




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