domingo, 10 de junho de 2012

São Francisco - Parte 1


São Francisco – Dia 1

Depois de um vôo bastante cansativo, RIO-NY-SF, pegamos um taxi e fomos direto para o hotel. Ficamos em SoMa (South of Market), no Good Hotel: hotel novo, preço justo e boa localização. 

Como restava apenas a tarde deste primeiro dia, fomos direto para a Union Square. Fizemos um reconhecimento de área e aproveitamos para comprar logo nosso chip pré-pago da T-Mobile, imprescindível para podermos ter internet no celular à vontade sem tomarmos um susto com a conta na volta ao Brasil. O chip com o plano de ligações dentro dos EUA e acesso de dados ilimitados saiu por USD 50,00. Por mais USD 10,00 poderíamos ter ligações ilimitadas para o Brasil. Não pergunte porque não contratamos....

Union Square

Neste dia jantamos numa lanchonete estilo anos 50 com ótimo hamburguer chamado Lori’s Diner (www.lorisdiner.com) perto da Union Square.

Sao Francisco – Dia 2

No segundo dia, saímos do hotel em direção a Mission e Castro. Tomamos café num ótimo lugar chamado Tartine Bakery (www.tartinebakery.com) na esquina da Guerrero St. com a 18th St. A fila às vezes chega a ir pra fora da loja, mas anda rápido e vale muito a pena.

Mission

O Mission é um bairro de imigrantes latinos e tem lugares bastante interessantes como bares e restaurantes pra ir à noite. Passamos pela Mission Dolores, antiga missão construída durante a colonização espanhola, que tem uma bela arquitetura.

Mission Dolores

De lá, chegamos no Castro, o famoso bairro gay de Sao Francisco, onde morou Harvey Milk, primeiro politico gay dos EUA. Passamos pela loja onde ele trabalhou e pela praça construída em sua homenagem.

Castro

Harvey Milk Plaza

Loja onde Harvey Milk trabalhou

A ideia inicial era seguir para o bairro Haight-Ashbury, mas pegamos o bonde errado e acabamos indo para o Civic Center, onde tem o prédio da prefeitura, parte totalmente dispensável do tour.

Civic Center

Retomamos nosso roteiro, a pé. Passamos pela Alamo Square, onde estão as famosas Painted Ladies, casas em estilo vitoriano, características de São Francisco.

Painted Ladies

Alamo Square
O bairro Haight-Ashbury foi onde surgiu o movimento hippie e a contra-cultura. Lugares bem diferentes e divertidos. Tomamos uma cerveja na Magnolia Brewery, uma cervejaria local (http://www.magnoliapub.com/). Nesse bairro, procure pela Haight St. que é a principal. Pra quem gosta de música a Amoeba Music é parada obrigatória. Ocupa 2.200 metros quadrados de um boliche desativado e possui vários CDs, vinis e fitas cassete.

Haight-Ashbury

Haight-Ashbury

Haight-Ashbury
Voltamos para o hotel para um pit-stop e fomos para o tour de Alcatraz. Escolhemos o tour noturno, comprado online no site http://www.alcatrazcruises.com/ e foi muito bom! Lá venta bastante, então é bom ir preparado. Como fomos nesse horário, das 20:00 às 20:30 pudemos visitar a área onde funcionava o hospital do presidio!

Alcatraz ou The Rock

Visão ao chegar


SF vista de Alcatraz


Terminamos o dia no Players Sports and Grill (http://www.playerssf.com) no Pier 39. Não era nossa primeira opção mas já estava quase tudo fechado por causa da hora. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

De San Francisco a Los Angeles de carro - Dicas gerais

Vários amigos andam me perguntando sobre esta viagem, por isso resolvi voltar a escrever e adiar um pouco o fim da série Egito.
Como toda a viagem foi tirada com milha, o itinerário não foi dos melhores, pois tiramos as passagens que tinham.
Graças a dica do Riq Freire, começamos a viagem por San Francisco, pois realmente é o lado da pista mais bonito da Hway 1.

San Francisco
Ficamos 4 dias em San Francisco e eu achei suficiente. Nos hospedamos no The good Hotel, localizado no SOMA. O hotel dista umas 2 quadras do Westfield shopping e 4 quadras da Union Square, mas num lugar mais deserto. San Francisco tem uns quarteirões esquisitos e muito mendigo, por isso as vezes dava um medinho de andar a noite, mas foi tranquilo. O hotel é novo, quartos limpos e banheiros modernos, oferece café ou chá grátis no lobby e tem tarifas super em conta. É um hotel totalmente sustentável, o que aliás, é muito legal e frequente em SF.

Do aeroporto pegamos um taxi até o hotel, que custou USD50, bem barato em relação a outros deslocamentos de aeroportos dos EUA.
De uma forma geral, achei a cidade cara, principalmente transporte. Gastamos muito dinheiro de táxi e transporte. Isso porque andamos muito. Depois com a ajuda da google maps começamos a pegar ônibus, o que diminuiu um pouco os custos. Uma coisa que não fizemos, mas que vale a pena é o Citypass, custa USD 69 por pessoa e dá direito a passagem ilimitada por 7 dias e alguns museus. Vale a pena, pois só o California Academy of Sciences custa USD 39.
Me arrependi de não termos alugado carro já em SF. Nos blogs que li, a maioria dizia que carro não era necessário em SF. Mas sinceramente, há estacionamento no hotel, estacionamento fácil e abundante na rua, ladeiras até dizer chega, ônibus a USD2 e bonde a USD6, o carro é uma opção barata e confortável.

Napa Valley

De San Francisco, subimos até a região de Napa, cerca de uma hora de viagem de carro. No caminho, passamos por um  Six Flags  imenso, e ficamos morrendo de vontade de ir nas montanhas russas. De repente, pra quem curte, vale a pena ficar um dia a mais em SF e dar uma esticada até lá.
Em Napa nos hospedamos no Avia Napa, que é um pouco salgado de preço, mas lindo de morrer. Vale muito a pena na atmosfera romântica de Napa.



Em Napa, apesar de estarmos de carro, este ficou na garagem e pegamos taxi. Em Napa também tem lei seca...rs
Visitamos duas vinícolas num mesmo dia, pois passamos somente uma noite em Napa. Não ficou corrido, foi ótimo! Visitamos a Robert Mondavi e a Inglenook do Coppola.
Ao contrário do que pensamos, pedir táxi em Napa é muito tranquilo. Do hotel até o Robert Mondavi levamos cerca de 20 minutos, e custou USD40. Do Mondavi para o Coppola são cerca de 3 Km, ficamos com medo do táxi demorar e fomos a pé, péssima ideía, pois estávamos carregando vários vinhos...rs

Monterey

De Napa fomos direto a Monterey, cerca de 3h de viagem. A cidade é uma graça, mas a melhor vista é da 17 mile road, uma estrada fechada, que na verdade é um condomínio de luxo, com paisagens e casas MARAVILHOSAS.
Na cidade de Monterey demos uma pequena andada e partimos para Carmel, via 17 mile.

Carmel

A cidade é uma graça, um aspecto bucólico com restaurantes aconchegantes e lojas de luxo. Dá pra ser melhor?!
Passamos uma noite na cidade e nos hospedamos numa pousadinha, super bem localizada e com um café da manhã excelente, a Carmel Crystal Bay Inn.
De Carmel partimos para Solvang por Big Sur, outra leva de vista estonteante com direito a centenas de elefantes marinhos. Ou seja, a viagem de 4h, levou 7h e meia!!! Reserve tempo para esta parte do caminho.

Solvang

Optamos por passar 2 noites aqui, para servir como base para visitas a Santa Barbara (cerca de 50 min) e Sta Ignez Valley (cerca de 5 min), o local das vinícolas do filme Sideways.
A cidade é incrível, um pedaço da Europa no meio da Califórnia, com direito a moinhos e tudo!!! Ficamos no fofo e super em conta, o Wine Valley Inn.





Las Vegas

Foram sete horas de viagem desde Solvang, mas amamos Vegas, o que fez valer todo o perrengue de acrescentá-la na última hora. Nos hospedamos no Hard Rock Hotel, e foi excelente!! Quarto inacreditável, por USD 90 a diaria. Os melhores quartos são os da HRH tower. Ficamos 4 dias lá, e foi suficiente. Apesar da vontade de voltar logo...rs
Em Vegas fizemos o passeio de helicóptero até o Grand Canyon, um dos pontos altos da viagem. Usamos o Papillon e fizemos o Grand celebration tour, que inclui um piquenique com champagne no Grand Canyon. O serviço foi super pontual e eficiente. Caso haja verba, o melhor é pagar a taxa extra para os assentos frontais, vale muito a pena, é outra vista. Na Califórnia (pelo menos em Maio), o sol só aparecia por volta da hora do almoço. Assim sendo, o melhor é reservar os tours perto da hora do almoço ou no por do sol. São mais caros por um motivo, é o sol que realça o vermelho do Canyon.




Los Angeles

Como incluímos Vegas depois, LA foi apenas um dia, de passagem. Fomos  a Santa Monica, Hollywood, Beverly Hills e Rodeo Drive. Sinceramente, não sou muito fã de LA, então pra mim foi suficiente, dormimos perto do aeroporto pois nosso voo p NYC era cedo. O que foi uma excelente opção.

Alguns sites e blogs foram de grande ajuda na viagem:

Travelzoo - ótimos descontos de hotel, shows, musicais e atrações, principalmente NY e Las Vegas
Hotelscombined - Excelentes preços de hotéis
Aprendiz de Viajante - A espetacular Cláudia Beatriz é um referência, vale a pena consultar
Viaje na Viagem.com - O mestre das viagens é leitura obrigatória
Hotel California Blog - Excelentes dicas e relatos 

domingo, 27 de maio de 2012

Roubo de milhas na Gol

No dia 21/05/2012 minha conta smiles foi invadida e foram emitidas 5 passagens SSA-GRU-POA.  A taxa de embarque foi paga por um cartão de crédito no nome de uma sexta pessoa.
No mesmo dia, liguei para a Gol informado o ocorrido e relatando que desconhecia estas pessoas. Fui informada pela atendente que nada poderia ser feito, pois as pessoas já haviam embarcado, mas haveria a conexão GRU-POA, prevista para as 15:50h. A atendente me orientou a ligar para a Polícia Federal de Guarulhos. 
Liguei para PF de Guarulhos, que me orientou a fazer um boletim de ocorrencia aqui no Rio de Janeiro. As 11:59h do referido dia, foi lavrado o boletim de ocorrência na 42a. DP de número 042-02843/2012. Após o fato, fiz a denúncia no disque denúncia, sob o número 8193.5.
Liguei para a Gol, enviei a cópia do boletim de ocorrência, tudo antes das 15:50h, a Gol não fez nada.
Hoje fui informada de que a minha reclamação foi julgada improcedente pela gol e que as milhas não seriam retornadas a minha conta. Além disso, a Gol bloqueou a minha conta para investigação e eu não consigo utilizar as milhas restantes lá.
Enquanto usuária frequente da gol me sinto completamente desamparada e exposta.
O sistema de fidelidade da gol é extremamente vulnerável a fraude, pois consta somente de uma senha de quatro dígitos, que ela pede que não seja composta de sequência ou números repetidos. No caso de senha esquecida, outra senha é gerada informando-se somente dados como nome, endereço e cpf. Em todas as vezes que usei este mecanismo, a senha gerada automaticamente tinha números repetidos.
Além disso, ao acessar o sistema, todas as minhas informações ficam disponíveis: meu endereço, meu telefone, meu CPF... Ou seja, agora, graças a falta de segurança do site da Gol, não só eu perdi 100 mil milhas, como os bandidos têm todas as minha informações, como endereço, telefone e etc. É inaceitável que a Gol exponha desta maneira seus clientes.

Precisamos de uma campanha para que a Gol melhore a segurança do seu site, pois não só  milha é dinheiro, como as minhas informações pessoais são sagradas. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Gol e American Airlines: fim da parceria

Notícia triste: 
As companhias aéreas GOL e American Airlines darão fim à parceria de seus programas de milhagens ecodesharing no dia 12 de agosto.
Os clientes têm até esta data para adquirir passagens aéreas usando as milhas Smiles para os voos da American ou as milhas Aadvantage para os voos da GOL.
A viagem é válida por um ano após a data de emissão do bilhete, isto é, para compras feitas no último dia da parceria, a data limite para a volta da viagem deve ser 12 de agosto de 2013.
O fim da parceria é resultado do acordo de exclusividade da GOL com a Delta, que comprou 3% da empresa brasileira em dezembro.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Egito e suas atrações - Sharm el Sheik e Dahab

Visitar o Egito sempre foi um sonho, mas tudo o que ouvíamos falar só nos desanimava. Percebi que a maioria das pessoas que tinham experiências ruins tinham ido sem nenhum guia ou orientação. Não perdi tempo, reservei suporte em todos os lugares e foi a melhor coisa que fizemos.
Decidimos ir para o Egito no ano da revolução, um mês antes, não sabíamos se íamos ou ficávamos. Fomos e valeu muito a pena!!!
As pirâmides e a esfinge são o sonho de muita gente, o meu inclusive, mas por incrível que pareça é uma das coisas mais sem graças do Egito. Fizemos o Cairo por último, talvez por isso tenha perdido muito da graça.
Minha sugestão é que se comece pelo Cairo.
Vou colocar as indicações e atraçoes por cidade:

Dahab (Mergulho, Safari, escalada, Snorkel...)

Cidade na península do Sinai, cerca de 1h de distância de Sharm el Sheik, lugar de aeroporto mais próximo. A easy Jet tem voos low cost para lá a partir de Londres.
A cidade de Sharm el Sheik é um balneário, um lugar onde os ingleses adoram passar as férias. Encontramos por lá mais ingleses que egípcios. A cidade atualmente é muito movimentada e cheia, repleta por resorts por todo o lado e luzes e atraçoes que remetem a Vegas.
Já Dahab, é um paraíso, menos movimentado e mais bucólico. Um dos pontos mais bonitos de mergulho do mundo, ficam lá. Lugar ideal para férias com crianças, calmo, bonito e barato.

Reservamos o shuttle ida e volta (Sharm-el-Sheik-Dahab) a 60 euros, e um curso de mergulho para iniciantes com todo o equipamento e traslados a 45,5 euros por pessoa. O serviço foi impecável, carro com ar condicionado, pontualidade e instrutores de mergulho muito atenciosos. Toda a negociação foi feita pelo site, sem problema algum, sendo o pagamento feito lá. Dahab City Tours:  http://www.dahabcitytours.com/




Ficamos hospedados no resort Le Meridien pelo hotels.com, um 5 estrelas espetacular, com shuttle para a cidade de Dahab e também para Shram el Sheik. O preço foi inacreditável, 80 USD a diária por casal no deluxe room, com uma linda e enorme banheira!! http://www.starwoodhotels.com/lemeridien/property/rooms/index.html?propertyID=1937




Reservamos um passeio ao Monte Sinai e ao Mosteiro de Santa Catarina. O programa foi maravilhoso, uma experiência única!!! O guia nos pegou com o grupo meia noite no hotel. Fomos de ônibus até o pé do Monte Sinai, de lá subimos pela madrugada com um guia beduíno e vários pagadores de promessa o monte onde Moisés recebeu os 10 monumentos. Cerca de 2h 30 de subida, chegamos ao topo a tempo de ver o sol nascer. 
Apesar do calor durante o dia, de madrugada e na subida faz muito frio, por isso é importante estar com uma roupa quente e confortável. Importantíssimo um bom tênis e um bom casaco. Em vários pontos da subida há lugares para comprar água e petiscos - inacreditável!! Além disso, quem não aguentar subir pode alugar um camelo, só que a medida que vamos subindo, o preço do camelo vai aumentando...rs
Descemos e então visitamos o mosteiro. Após a visita, um café da manhã no deserto e volta para o hotel, com chegada ao meio dia do dia seguinte!!! Fizemos a reserva online e foi tudo certo, a 25 GPB por pessoa. http://www.egypt-excursionsonline.com/Excursion-163-Day_Trip_to_St_Catherine_And_Dahab_from_Sharm.html


Vendas de madrugada!!!

Por do sol do monte Sinai

Tenda beduína para esquentar


Mosteiro de Santa Catarina

Uma das melhores coisas de lá é aproveitar a piscina e praias particulares do resort. Tudo com comida excelente e bebida gelada. Uma lata de 600 ml de Luxor ou Sakara, as cervejas de lá, custa cerca de 3 dólares no hotel. Do lado de fora, um dólar somente.






A cidade de Dahab é um povoado de pescadores, cheio de lojinhas e restaurantes, onde se come com entrada, prato de peixe e sobremesa por USD 15 por pessoa. O Ali Baba (http://www.alibaba-dahab.com/), Moises e Aladdin são uns dos mais conhecidos e indicados.





Ali Baba restaurante

Pagamos 50USD ida e volta para Sharm el Sheik. A noite de lá é super movimentada e fomos inicialmente jantar no Hard Rock. De lá fomos para o Soho square (http://www.soho-sharm.com/sharm-restaurants). uma espécie de shopping a céu aberto. Cheio de lojas, cafés, restaurantes, boliche, rink de patinação e o Ice bar!! Um bar todo de gelo, que tem em várias partes do mundo e custa um preço absurdo para entrar. Lá este preço, em libra egípcia, é totalmente pagável. Meio louco, mas vale a pena conhecer se tiver um a galera para animar. naquele calor, até que vale o friozinho!!!



Ficamos 5 dias em Dahab, mas dava para ficar muito mais, pois o que não falta é passeio para fazer. Tem pacotes de safari, daytrip para Petra, o Fantazia 1001 noites com dança do ventre e clima 1001 noites, pesca em barco, snorkel e passeio de jet ski do próprio hotel, daytrip para Jerusalém, parque aquático, show de golfinhos... Ou seja, diversão para todos os gostos e idades.
Não vejo a hora de voltar!!!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Clube de viagens de luxo exclusivo

Queridos,
estou adorando as promoções e pacotes do Voyage Privé. Esta semana, por exemplo, tem um pacote para Lisboa sensacional, super em conta. Para semana que vem um pra Praga já prometido!!!
Vale a pena conferir:
http://www.voyage-prive.com.br/membres/inscription/BeatrizBONELLI41679

domingo, 27 de novembro de 2011

Tel Aviv - Parte 1

A última etapa da viagem por Israel foi Tel Aviv. Saímos de Jerusalém de carro depois do almoço e a viagem foi bem fácil e rápida. Tem muita sinalizaçao e pegar a estrada na direção certa não teve mistério algum.

Ficamos no Brown Hotel (site), bem localizado e perto do charmoso bairro Neve Tsedek e do Boulevard Rothschild, avenida de bares e restaurantes. O hotel é novo, moderno, com um rooftop para relaxar e uma mesa permanente de café, capuccino e petit fours deliciosos na recepção.

A idéia inicial era irmos ao Social Club (Blvd. Rothschild, 45), um bar badalado que escolhemos pela Time Out. Quando decidimos sair todos os lugares mais legais estavam com muita fila ou precisavam de reserva. Acabamos comendo no Moses (Blvd. Rothschild, 35), um chain restaurant local. Comida boa, mas nada demais. 

Moses

O hotel oferecia o café da manha em alguns restaurantes que ficam por perto. Escolhemos o Nana Bar (site), que fica em Neve Tsedek e foi ótimo. Para não termos que pagar mais estacionamento e diárias de aluguel desnecessárias, resolvemos devolver o carro.

Nana Bar

De lá, fomos ao Museu do Povo Judeu (Beit Hatfutsot)site - que conta os 2000 anos da história da dispersão do povo judeu pelo mundo. O museu fica no campus da Universidade de Tel Aviv. O acesso não é muito fácil. Na ida, pegamos um taxi (entrada pelo portão n. 2 do campus - ou portão Malatia) e na volta conseguimos pegar um ônibus (linhas 24, 25 ou 27) que nos deixou na praia e aproveitamos para dar uma caminhada pela orla. 

Promenade

Promenade

O museu é muito emocionante. O único problema foi que não nos lembramos que era sexta-feira, quando começa o shabat. Este é o dia semanal de descanso no judaísmo que tem começo no por-do-sol de sexta-feira e vai até o por-do-sol de sábado. Era quase meio-dia quando chegamos (perto da hora de fechar) e nossa visita acabou sendo um pouco corrida. Mas valeu muito a pena.




Entrada do Museu

Torah

Neste dia resolvemos dar um tempo de comidas muito típicas. Almoçamos num restaurante italiano chamado Allora (Blvd. Rothschild, 60) onde a comida é ótima e o atendimento muito bom e super informal. Lá, brincando com o fato de não haver cheeseburger em Israel por causa das regras da cozinha kosher (não se pode misturar carne e derivados de leite) pegamos a indicação de uma hamburgueria chamada Wolfnights (Yehuda Macabi, 53).


Descansando no rooftop do hotel