sábado, 18 de junho de 2011

De Israel para Petra, de carro, sem excursão - Para Aramid Gomes

O Aramid é de Portugal e me mandou um email sobre a travessia de Israel para Petra, então lá vai:
Ir de Israel para Petra por terra e de forma independente é muito mais fácil do que se imagina. Nós fizemos exatamente isso, fomos por terra de Eilat (Israel) para Aqaba (Jordânia), atravessamos a fronteira (Yitzhak Rabin border) e fomos de carro para Petra, tudo sem excursão.

Horário da fronteira:

Passenger Terminal

Sunday to Thursday – 06:30 – 00:20
Friday and Saturday - 08:00 - 20:00

The Terminal is open for business at these times 7 days a week, all year round, with the exception of Yom Kippur (the Day of Atonement) and the Muslim New Year (Id il Hajira).

Maiores informações: 
http://www.iaa.gov.il/Rashat/en-US/Borders/Arava/
As malas atrapalharam um pouco...rs


Primeiramente, vc não pode atravessar a fronteira de israel para a Jordânia de carro alugado. Por isso fomos até lá de táxi e atravessamos a pé, sem problemas. O visto é conseguido lá mesmo, paga-se a taxa de USD 15, em qualquer moeda (dolar, shekels ou dinares). Paga-se ainda uma taxa para cruzar a fronteira (Crossing fee per outgoing traveler – NIS 96).
A travessia a pé foi uma experiência única. Digna daqueles filmes de deserto, tipo Syriana. A começar por que anda-se bem, o que foi meio incoveniente com duas malas grandes com estávamos, e depois porque é vento com areia e moscas por toda parte, além de guardas mal encarados e de um péssimo inglês. Mas apesar disso, foi muito tranquilo.
Alugamos um carro na Thrifty de Aqaba pelo site http://www.nanocarrentals.com (seleciona-se Aqaba Eilat Border), foi o melhor preço que conseguimos.

Um funcionário da locadora nos  esperou já com o carro do outro lado da fronteira, perfeito! Ficamos no Kempinski em Aqaba, um excelente hotel.
Alugamos uma pajero com GPS, pois imaginávamos que as condições até Petra seriam difíceis, mas não foram. São exatamente 2h e meia de carro até Petra, numa estrada de asfalto perfeito, sem pedágio e com muito policiamento.
Estradas excelentes até Petra.

Não há necessidade de carro especial, um economico funciona!!!


O GPS não funcionou, mas não precisamos dele, o caminho é muito bem sinalizado e o mapa da locadora é suficiente para acharmos o caminho sem dificuldades.
Chegando ao parque de Petra há estacionamento fácil e grátis, bem perto da entrada.
A vantagem de passar uma noite em Aqaba é que a entrada no parque de Petra fica mais barata, por isso compensa. Quem passa a noite no país paga 50JOD e quem está fazendo day-trip, com excursão inclusive, paga 90JOD. Lembrando que quando fomos o dinar valia 30% a mais que o dolar.

Preferimos dormir em Aqaba, pois os hotéis em Petra eram mais caros e piores. Além disso, Aqaba é um lindo lugar do mar vermelho para mergulho e apresenta preços bem mais em conta que Israel (Eilat).

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Paris por Joe - 4º e último dia

Ópera Garnier

Como dizem os franceses: Je suis désolé (sinto muito), mas é nosso último dia em Paris, e hoje os convido a vivenciar mais a vida desse povo, que, apesar de tudo que passou ao longo dos séculos, com suas revoluções, guerras mundiais e tantos outros problemas, vive se reinventando a todo momento, dando-no a impressão de que está sempre de bem com a vida; um povo que eterniza a imagem do bon vivant.
                A imagem que temos do francês, mesmo antes de conhecê-lo, é a daquele sujeito com uma pequena boina, geralmente de camisa listrada, trazendo uma baguete debaixo do braço e ah!... guiando sua bicicleta próximo da Torre Eiffel. Pois bem, com exceção da boina e da camisa listrada, é isso mesmo, eles adoram pedalar pela cidade, geralmente no início da manhã ou no fim da tarde, voltando para casa com sua deliciosa baguete para o jantar.
                Hoje vamos viver um dia de francês, mas, pela manhã, ainda cumpriremos nossa última agenda turística: vamos direto para um monumento que, na minha opinião, é um dos mais belos de Paris, a Ópera Garnier. Um fato que me chama a atenção quando falo da Ópera Garnier é que, geralmente, as óperas são extremamente dramáticas e trágicas, pois bem, o que levou à construção da Ópera Garnier permeou-se tanto de drama quanto de trágico.
                Paris sempre foi palco de atentados contra reis, imperadores, presidentes e similares. Não havia de ser diferente com Napoleão III, tendo ele sofrido cerca de dez atentados. Felici Orsini, um radical italiano que considerava Napoleão III um empecilho para a unificação da Itália, jogou três bombas contra o imperador quando ele saía do antigo prédio da Ópera, na estreita e movimentada Rue Le Peletier (9éme). Napoleão saiu muito abalado, mas ileso, sorte que não tiveram oito transeuntes que morreram no atentado e mais de cem que ficaram feridos. O ato de Orsini acelerou também os planos de Haussmann de transferir o teatro da ópera para um local novo, menos movimentado. Quando da construção da atual Ópera Garnier, cuidou-se para que ela tivesse uma bem-guardada entrada particular para Napoleão III, de modo a evitar uma repetição de um atentado como o de Orsini.
                Assim a Ópera National de Paris - conhecida como Ópera Garnier, nome que deve a seu arquiteto, Charles Garnier - foi inaugurada em 1875 e levou 13 anos para ser concluída, com interrupções durante a guerra com a Prússia e a revolta de 1871. Curiosidade do prédio: Sob o prédio há um pequeno lago, que inspirou o local onde se esconde o fantasma em Fantasma da Ópera, de Paul Leroux.
       

                Adentremos agora no savoir-vivre dos parisienses, vamos fazer algo que ficará para sempre em nossas lembranças. Primeiro vamos a um marché, onde iremos comprar, vinho, queijos, frutas da estação, baguetes, água e um bom chocolate. Pronto, agora é escolher o local para o nosso piquenique. Aqui sugiro alguns lugares para um bom piquenique, são eles: Champ de Mars (em frente a torre Eiffel), Quai des Grands Augustins (as margens do Sena, de frente para Notre Dame), Parque de Monceau (próximo ao Arco do Triunfo) e, por último, os Jardins de Luxemboug. Claro que existem inúmeros lugares, mas ficam aí essas dicas.
                Ao fim de nosso último dia, sugiro simplesmente flanar pela cidade, seja pelos boulevards (Saint-Germain ou Saint-Michel), pelas pontes de Paris, ou mesmo às margens do Sena, e, à noite, sair para o Quartier Latin (Rue Mouffetard) e andar sem nenhum compromisso. Quando der fome, pare em qualquer bistrô e coma algo que o faça lembrar de Paris, só lembre do acompanhamento, o vinho, e seja feliz na sua volta, pois Paris sempre estará à espera de uma nova visita.
Au revoir.
Joe.

sábado, 21 de maio de 2011

Oriente Médio - o inicio de tudo

Como tudo começou?
Esta é uma pergunta bem normal, e que se mostrou corriqueira assim que falávamos qual seria o nosso próximo destino. A resposta é simples: tudo começou pelo Egito. Desde criança, motivada por filmes e lendas, sempre quis conhecer o Egito!!!
Talvez por esta ter sido a motivação inicial a pergunta - por que vc decidiu visitar o Egito- vinda da guia do Egito, tenha me incomodado tanto. Como assim? A guia de lá me perguntando porquê? Ela deveria saber melhor do que eu, mas depois tecerei comentários específicos sobre esta guia...rs
O pontapé inicial foi o Egito, Israel e Jordânia vieram depois, pois fazem fronteira com o Egito e têm, respectivamente, lugares sagrados e Petra.
 A ordem correta desta viagem seria: 

Passo 1 - Israel: Chegada em Tel Aviv (passando 3 dias), ir de táxi para Jerusalém (lá não se precisa de carro) passar 4 dias, alugar um carro e dirigir beirando o mar morto até Eilat, onde se entrega o carro e pega um táxi até a fronteira com a Jordânia

Passo 2- Jordânia: Passar uma noite em Aqaba, aproveitando o Mar Vermelho a preços em conta. Alugar um carro e ir para Petra passar o dia, subir até o Mar Morto (passar uma noite lá), dirigir até Amman e de lá voar para Sharm - el - Sheikh (Egito).

Passo 3 - Egito: de Sharm-el-Seikh, ir para Dahab (1 hora de carro) e passar 5 dias. De Dahab para Luxor, passando 3 dias, depois Cairo mais 3 dias e por último 2 dias em Alexandria.

Apesar de ser o roteiro mais lógico, não foi o que fizemos...
Como tiramos algumas pernas internas de milha, a ordem ficou meio confusa, mas foi uma questão de economia. Poderíamos ter começado por Israel, mas como era Páscoa, decidimos ir primeiro para a Jordânia. Isso sim, foi boa idéia.
Como ficamos tempo suficiente em cada lugar, apesar de não ser o ideal, nosso itinerário não ficou cansativo.

O que Fizemos?
Rio - Tel Aviv - Eilat - Aqaba- Petra - Mar Morto (Israel) - Jerusalem - a partir daí fizemos o citado anteriormente.
Mar morto em Israel, com Jordânia ao fundo.

Fomos num voo da Iberia, Rio-Madrid-Tel Aviv e na volta Cairo - Madrid- Tel Aviv. Para as pernas internas, as principais linhas aéreas são: Royal Jordanian (Jordania), El Al (Israel) e Egyptair (Egito). 
A El Al e a Royal Jordanian são parceiras da American Airlines e da Iberia, a Egyptiar é prceira da TAM, por isso pudemos tirar por milhas. No entanto, as parceiras só tem direito a uma vaga de economica e outra de executiva. Ou seja, tivemos que ir separados: a princesa e o plebeu...rs

A principal desvantagem disso foi que o Mar Morto pelo lado da Jordânia tem hotéis bem mais baratos e é menos explorado. Outro ponto ruim foi que tivemos que atravessar a fronteira a pé e cheio de malas duas vezes, o que seria evitado se tivéssemos voado inicialmente para a Jordânia. Além disso, não há voos diretos para Sharm-el-Sheikh de Tel Aviv, então tivemos que voar para Amman para de lá ir para Sharm-el- Sheikh.

Esta foi sem dúvida a viagem mais difícil que já planejei, por isso vou fazer relatos de cada país e suas cidades para facilitar quem queira viajar para lá, pois acho que tenho alguma experiência em organização de viagem, e mesmo assim foi difícil descobrir atalhos e conseguir alguns serviços.
Apesar de ter sido difícil no início, foi a melhor e mais diferente das viagens. Exótica, romântica e chique, coisas difíceis de reunir numa viagem, o que fez dela a melhor das melhores!!!

Cabe aqui um adendo, talvez a dificuldade tenha sido maior pelo momento: tiramos as passagens dia 29 de dezembro de 2010, e em janeiro estourou a revolução no Egito.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Férias

Eu e o blog estaremos de ferias ate dia 15/05/2011. Após isso, prometo responder a todos e atualizar com os destinos pendentes e o atual: Madrid, Jordania, Israel e Egito.
See you soon!!!

sábado, 9 de abril de 2011

Dica de Transfer em Londres

Já é bem conhecido que dá para ir de trem expresso do Heathrow para qualquer lugar da cidade. Mas vale a pena?!!!
Peguei o trem do aeroporto para o hotel e foi um MEGA perrengue. 
Os trens da linha Heathrow Express (www.heathrowexpress.com) tem ponto final na estação de Paddington, que é imensa, e vc tem que baldear para outra linha. Além disso, se forem duas pessoas já não compensa o lerê. O preço da passagem custa £18 e depois vc tem que pagar o metrô.
Na volta usei um transfer privativo e amei!! Toda a negociação online e o motorista estava lá sem atraso. Sem perrengue, ele carregando as malas por £33. Aí vai o site: www.londonairporttransport.co.uk

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Vai viajar no Brasil? Economize no aluguel do carro

Pelo site de vendas coletiva tripular, vc economiza 50% na diária, que sai a partir de R$49. Mas corra, acaba logo!!!



quinta-feira, 31 de março de 2011

Após o aumento do IOF dicas de como economizar em viagens

A melhor maneira de fazer compras no exterior

O governo aumentou a taxa do imposto para 6,38%nas compras com cartão de crédito no exterior. Veja como driblar esse aumento
Mônica Cardoso, especial para o iG São Paulo


Thinkstock
Com a moeda valorizada, mais brasileiros viajaram ao exterior
Real valorizado deu o empurrãozinho para muita gente fazer as malas e viajar para o exterior. Com produtos mais baratos que no Brasil, a bagagem costuma volta mais pesada com eletrônicos, roupas, perfumes, bebidas... Sem falar nos presentinhos para a família e os amigos.
Na segunda-feira 28, o governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2,38% para 6,38% para compras com cartão de crédito fora do País. A medida, que começa a ser aplicada 30 dias após o decreto presidencial, vai encarecer as despesas, mas ainda assim compensa comprar importados.
Só para comparar: a versão mais básica do iPad 2, lançado recentemente, custa a partir de US$ 499 (cerca R$ 843,31) nas lojas da Apple nos Estados Unidos – sem o serviço 3G. Com o aumento da alíquota do IOF, o tablet sairá por R$ 897,12.
Por enquanto, não há previsão de quando o novo modelo vai chegar ao Brasil, mas a primeira versão do eletrônico disponível nas lojas brasileiras custa desdeR$ 1.399. Ou seja, você faz uma boa economia quando compra o aparelho lá fora.
“Mesmo com o aumento do imposto, é mais vantajoso comprar produtos no exterior. O objetivo do governo é aumentar a arrecadação tributária taxando produtos comprados no exterior, o que vai afetar a classe média”, avalia o professor de finanças José Carlos Luxo, da Fundação Instituto de Administração (FIA). 

Quer pagar quanto?
O aumento do IOF de 6,38% afeta apenas as compras com cartão de crédito. Quem usar cartões de débito pré-pagos, traveller checks ou comprar moeda estrangeira, continuará pagando a alíquota de 0,38%. Fizemos as contas para você comparar quanto vai gastar em uma compra de US$ 1 mil:
Cartão de créditoUS$ 1.000,00 x 0,0638 (6,38% de IOF) = 63,80
US$ 1.063,80 x 1,69 (taxa de câmbio média) = R$ 1.797,82
Cartão de débito pré-pago e traveller check: US$ 1.000,00 x 0,0038 (0,38% de IOF) = 3,80
US$ 1.003,80 x 1,69 (taxa de câmbio média) = R$ 1.696,42
Dinheiro vivo US$ 1.000,00 x 0,0038 (0,38% de IOF) = 3,80
US$ 1.000,38 x 1,72 (dólar turismo) = R$ 1.726,54
“Neste momento, o cartão de débito pré-pago é a forma mais vantajosa para as viagens internacionais. Porém acredito que, no futuro, o governo também poderá elevar o IOF para esse tipo de cartão se eles forem muito utilizados”, diz o professor José Carlos. 

Como levar dinheiro ao exterior
Getty Images
Cartões de crédito e débito são opções mais práticas e seguras
Como a máxima de não colocar todos os ovos em uma única cesta também se aplica às compras no exterior, conheça as várias maneiras de pagar suas despesas. Sem voltar com o peso das dívidas.

Cartão de débito pré-pago
São uma boa alternativa já que a taxa de IOF é menor: 0,38%Fáceis de usar, os cartões de débito pré-pagos são uma evolução dos antigos traveller checks. E funcionam como os celulares pré-pagos: você carrega com o montante que pretende gastar, que geralmente é em dólar americano, libra esterlina e euro. Se a moeda usada no destino da viagem for diferente, a conversão é feita no momento da compra.
“Além da segurança e praticidade de não ter que andar com dinheiro vivo no bolso, a vantagem é que você fixa um limite de gastos e não se preocupa com a flutuação cambial”, afirma o professor José Carlos. Em caso de perda ou roubo, o cliente recebe um cartão adicional.
Há três opções de cartões pré-pagos: o Visa Travel Money, o MasterCard Cash Passport e o American Express GlobalTravel. Saiba que ao inserir a quantia, o cliente paga uma taxa. E ao sacar dinheiro no caixa eletrônico, também incide uma cobrança que varia de acordo com cada empresa. 

Traveller check
O IOF cobrado nos traveller checks também continua de 0,38%. Como é preciso trocar os cheques por dinheiro em casas de câmbio ao chegar ao país de destino, eles vêm perdendo terreno para os cartões de débito pré-pagos.
Antes de embarcar, vale a pena listar os locais que realizam essa transação. Em caso de perda ou roubo, podem ser reembolsados pelo banco e não possuem data de validade. 

Dinheiro Vivo
Para pequenas despesas, como um café ou a conta do táxi, leve dinheiro do país para onde vai viajar. Além de não se preocupar com a flutuação cambial, dá para barganhar em comprinhas, já que o pagamento é na hora.
A taxa de IOF cobrada na compra de dólares é de 0,38%. Mas leve em conta que terá que desembolsar um pouco a mais na conversão. “Para viajar, as pessoas físicas compram o dólar turismo, cuja cotação é mais cara do que o comercial e o paralelo. Pesquise as taxas cobradas nas casas de câmbios e bancos e saiba que só é possível levar no máximo US$ 10 mil”, recomenda o professor de finanças pessoais Samy Danada da Faculdade Getúltio Vargas (FGV-EESP).
Redobre a prudência, já que o valor não será restituído em caso de perdas e roubos. Uma dica: nunca ande com um bolo de dinheiro nem com notas muito altas, pois é difícil conseguir troco. 

Cartão de crédito
Mesmo com o aumento da taxa do IOF para 6,38%, o cartão de crédito é uma forma segura e prática de comprar no exterior. Em caso de perda ou roubo, é fácil bloquear e solicitar outro cartão. Além disso, o cliente recebe todas as despesas discriminadas no extrato do banco.
Fique de olho no limite do cartão e na conversão do valor, que é feita com base no câmbio do dia do pagamento da fatura e não no  da compra, o que pode trazer surpresas desagradáveis. Também é bom evitar saques sucessivosde dinheiro no caixa eletrônico já que o cliente paga uma taxa pelo serviço, que varia de acordo com o banco.
* Os cálculos foram feitos pelo professor de finanças José Carlos Luxo, da FIA
**Foi considerada a taxa de câmbio do cartão de crédito de R$ 1,69 (média entre a taxa de câmbio comercial de R$ 1,66 e câmbio turismo de R$ 1,72), referentes ao dia 28 de março de 2011