quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dicas de Paris

Como alguns amigos estão indo para Paris e eu também, estou reavivando o meu primeiro roteiro para Paris. Aquele basicão, tudão, como ver o máximo de coisas possíveis no tempo disponível.
Vou avisando, correria total, mas dá para ter uma excelente idéia da cidade.

DICAS GERAIS:

1. Antes de ir eu daria uma olhada no melhor blog de Paris na minha opinião. E o melhor, todo em português:
www.conexaoparis.com.br

2. Entender o mapa de Paris ajuda na sua escolha de hotel e roteiros. A cidade é dividida em 20 arrondissements (bairros), que se dispõem em espiral:

1- La Concorde - Louvre - Rivoli - Palais Royal - Opera -rue Saint Honore Tuileries


Opera - Opera Comique - Grands Boulevards - la Bourse


3 le Marais - Beaubourg




la Bastille - le Marais - Ile Saint-Louis - Place des Vosges




Notre-Dame - St Germain des pres - St Michel - Jardin des Plantes - Pantheon - Quartier Latin





Jardin du Luxembourg - le Senat - St Michel - 

St Germain des pres






7 Assemblee Nationale - Invalides - Tour Eiffel - Champs de Mars - Ecole Militaire - Musee d'Orsay - les Ministeres






Champs-Elysees - Etoile - la Concorde - Arc de triomphe - 

Parc Monceau - Gare St Lazare - Fg. St Honore- 

Av. Montaigne







Grands Boulevards - Opera - Pigalle- 

Folies Bergeres - Moulin Rouge





10 

Gare de l'Est - Gare du Nord - Canal St Martin -

Place de la Republique - Grands Boulevards




11 
Republique - Bastille - Nation



12 

Opera Bastille - Nation - Gare de Lyon - Musee des arts africains et oceaniens - Bois et Zoo de Vincennes - 

Palais omnisports de Bercy





13 

Place d'Italie - Gare d'Austerlitz - Musee de l'Homme





14 

Place denfert-Rochereau - Montparnasse-

Gare Montparnasse





15 

Heliport de Paris - Parc Andre Citroen - Vaugirard- 

Lecourbe Montparnasse - 

Parc des expositions de la porte de Versailles





16 

Arc de triomphe - Etoile - Charles de Gaulle - Trocadero - 

Passy - Bois de Boulogne - Maison de Radio France -

Hyppodrome d'Auteuil






17 

Etoile - Arch de Triomphe - Maillot- 

Palais des Congres - limite Neuilly





18 

Butte Montmartre - le Sacre Coeur - Place du Tertre - 

Pigalle - Moulin Rouge

Uma boa dica para não ser enganado por hotel é que o CEP de paris é 750... o número do arrondissement. Logo se o hotel diz qu eé em St Germain mais o cep é 75014 é porque ele fica em Montparnasse.

3. Nos restaurantes paletó e gravata são usados mesmo no verão. Assim sendo, esteja preparado para levar roupas mais arrumadas. Se tiver em dúvida ou leve a gravata no bolso, ligue para o restaurante ou compre uma lá mesmo. Alguns restaurantes mais finos tem umas para emprestar.

4. O parisiense é chique e bem arrumado, por isso deixe de lado o figurino turista da classe zulu (camiseta, bermuda, tênis, mochila, máquina pendurada e boné). Depois tem um monte de brasileiro dizendo que foi mal tratado na Champs Eliseé.. Por que será?

5. Quando chegar em Paris vá à livraria do aeroporto e compre a revista Pariscope, que sai toda terça e tem a programação da cidade. Pode ser vista pelo www.pariscope.fr.

6. Se for mulher compre também a Elle, Vogue e/ou Marie Claire. estas revistas trazem sugestões de moda e cosméticos. além de dicas de restaurantes, programas e Spa. Vc pode conhecer marcas locais e antecipar as tendências. E o melhor, tudo com preço, para vc saber se cabe no seu bolso.

7. Faça um esforço com o francês. Isso quebra a resistência ao inglês. Se vc não domina a língua, comece com um: bonjour! Excusez moi, vous parlez anglais? e não esqueça o Merci do final.

8. Taxi - eles só têm permissão para levar 3 pessoas, cobram bagagem adicional e têm lugares específicos para parada. Não adianta estender a mão.

9. Se vc gosta de museu vale a pena comprar o museum pass, que dá direito a quase tudo, menos torre Eiffel. Eu comprei pelo site da FNAC (http://paris-museum-pass.fnacspectacles.com/?_lang=en), por 102,5 E e foi entregue na minha casa antes da viagem. Com ele fui ao Louvre, Pantheon, Museu Quay Branly, Picasso, Rodin, Versailles, Museu das Armas, Igreja do Domo, Museu D`Orsay, Pompidou e o melhor: sem fila!!!! Vc nao precisa trocar pelo ingresso, vc entra com o próprio cartãozinho. Comprei o meu para 4 dias e foi ótimo. Nos museus mais movimentados tem uma entrada só para ele, sem filas. Foi o melhor, pois a cidade estava lotada e cheia de filas.

10. Dá para fazer tudo de metrô. Antigamente, tinha a carte orange, que vc pagaav e usava a semana inteira, mas ela acabou. existe a opção do Paris visite, que custa para 5 dias 49,90 E (zonas 1-6) e dá alguns descontos em atrações. Uma outra opção é o passe Navigo Decouvert, que é como se fosse a carte orange. Vc paga 5 E para o cartão e leva seu passaporte e foto e usa zonas 1-5 por 33,40E. Lembre-se este passe vale de segunda a domingo. Assim sendo, se vc comprar na quarta, ele vence no domingo de qualquer forma.

No próximo post mais dicas de Paris e um roteiro de 7 dias!


Reserva de hotéis com desconto e sem pagamento antecipado

Esta é uma dica que sempre me pedem, como reservar hotéis sem pagar antecipadamente. Eu sempre faço minhas pesquisas pelo site hotel combined (www.hotelcombined.com), que compara vários sites de desconto, com opções nonrefundable (geralmente mais baratas, mas sem reembolso em caso de cancelamento e com pagamento imediato) e opções sem pagamento prévio.
Nomalmente, quando eu ainda não tenho certeza das datas ou da viagem eu reservo sem pagamento prévio e procuro semanalmente por descontos melhores. Se achar cancelo a anterior e reservo outro, tudo sem pagar um centavo.
Se eu já tiver com passagem emitida e certeza do hotel que eu quero ficar e o preço non refundable for mto bom eu reservo. neste caso, não dá mais para fazer alterações.
Dentro do hotel combined nem todos os sites dão a opção de não fazer pagamento antecipado, os que sempre dão são

www.booking.com ( o melhor na minha opinião, pois tem hotéis do mundo todo e facilidades como alterar datas e características online, já com a reserva feita)

www.easytobook.com


No brasil - www.clickhoteis.com.br ( parcela em 3x sem juros os nacionais e dá milhas no smile)

Enjoy!!!!



terça-feira, 3 de agosto de 2010

Super dica de restaurantes - Bistronomique

Já estava para enviar esta dica há muito tempo, então la vai

Pra você que curte um bom restaurante, comida de qualidade e chefes badalados mas não tem muito $$$ para gastar este é o seu momento...

Na tentativa de popularizar a gastronomia os chefs estão investindo na moda dita bistronomique. Mas o que seria isto? Versões mais casuais (mas de boa qualidade e ultra charmosa) com um valor mais baixo.

E esta tendência existe em todo o mundo, principalmente grandes centros. Os posts a seguir serão dicas de como aproveitar grandes chefs, em grandes cidades, sem grandes gastos. Vem aí dicas em NYC, Paris, Londres, Roma, Milão e também no Brasil.

Mas você pode aproveitar a tendência em qualquer lugar, aproveitando diversos descontos, praticidade e agilidade (um padrão nova-iorquino de reservas sempre!!!). Nestes sites podemos fazer reserva de vários restaurantes, em vários lugares e alguns deles com ofertas irresistíveis. Além disso há resenhas, avaliações, fotos e menus de cada restaurante.

www.opentable.com

www.thefork.com

Uma outra opção para quem viaja para isso é aproveitar a época de restaurant week daquela cidade. Não pode viajar? Aproveite a restaurant week da sua cidade.

Preparem-se... Power shoppers controlem-se!

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/775746-alfandega-libera-celular-camera-e-relogio-a-partir-de-segunda-feira.shtml


Alfândega libera celular, câmera e relógio a partir de segunda-feira

THAIS BILENKY

A partir de segunda-feira (2), o viajante que comprar um telefone celular, um relógio de pulso ou uma máquina fotográfica no exterior não precisará mais declará-lo à Receita Federal ao retornar ao país. Esses objetos farão parte da cota de bens de uso pessoal, isentos de imposto.
A nova legislação, a ser publicada no "Diário Oficial da União", também isenta de tributação roupas e acessórios, adornos pessoais e produtos de higiene e beleza.


Baterias e acessórios em quantidades compatíveis, carrinhos de bebê e equipamentos de deslocamento como cadeiras de rodas, muletas e andadores também entram na lista.

Notebooks e filmadoras estão fora da lista de bens de uso pessoal. Devem ser declarados e entram na cota já existente, limitada a US$ 500 para quem usou transporte aéreo ou marítimo e a US$ 300 para quem utilizou transporte via terrestre, fluvial ou lacustre.

CIGARROS E BEBIDAS

A nova regra também colocará limites que antes dependiam da avaliação do fiscal da alfândega para serem fixados.

O viajante poderá adquirir no exterior e trazer consigo, no máximo, 12 litros de bebidas alcoólicas, dez maços de cigarros com 20 unidades cada um, 25 unidades de charutos ou cigarrilhas e 250 gramas de fumo.

Antes de embarcar, o viajante não precisará mais fazer a Declaração de Saída Temporária de produtos estrangeiros que está levando. Hoje essa medida é considerada pela Receita como excesso de burocracia.

O órgão colocará em seu site um "perguntão da bagagem", parecido com o "perguntão do Imposto de Renda", que define o que é considerado bem de uso pessoal e a quantidade permitida.

Pequenos presentes e suvenires que custem menos de US$ 10 poderão ser trazidos em no máximo 20 unidades, desde que não haja mais de dez idênticas.

FALTA DE CLAREZA

O Ministério da Fazenda e a Receita identificaram falta de clareza e transparência nas regras atuais.

Por elas, um fiscal poderia entender que duas garrafas de vinho são abusivas, enquanto outro poderia considerar uma caixa de uísque um consumo razoável.

Se o viajante comprar um iPod ou um iPad no exterior e comprovar que, durante a viagem, fez uso profissional da aquisição, não precisará declará-lo. Mas sempre precisará apresentar nota fiscal.

Caso uma brasileira chegue de viagem com um brinco de diamantes valendo US$ 50 mil nas orelhas, poderá ser questionada sobre a origem dos recursos para compra do produto, embora a joia faça parte dos bens considerados de uso pessoal.

Porque Budapeste?









































Recentemente todos tem me feito essa pergunta e a minha resposta é sempre a mesma - é linda, baratíssima e tinha um stop free pelas milhas.
Mas hoje, lendo o blog do Ricardo Freire, vi que ele descreveu com muito mais poesia e exatidão o que quis dizer. Revivendo suas anotações de 1998 ele foi preciso e muito feliz em seu texto, que agora reproduzo


Para seu conhecimento: não, o Danúbio não é azul. No máximo, é verde-escuro — e olhe lá.
Mas só os mais pentelhos vão reparar nisso. A função do Danúbio em Budapeste não é ser nome de valsa, mas servir como desculpa para a construção de quatro pontes lindíssimas que ligam a montanhosa Buda à plana Pest. É tudo tão grandioso — o rio, as pontes, o palácio em cima do morro em Buda, o parlamento à beira-rio em Pest — que você se arrepende de não ter trazido seu helicóptero e sua câmera 180 graus.
Longe do Danúbio, a beleza de Budapeste é menos aparente. Budapeste é como se fosse uma mulher com um vestido chiquérrimo, porém puidíssimo. Tão puído que você demora para perceber que ele já foi chiquérrimo.
Não, não: melhor que isso. Budapeste é uma cidade que você acha num brechó. Você vai lá no brechó de cidades, cata, revira, fuça, e de repente, olha que maravilha: você encontra Budapeste.
Daí você pega Budapeste, mostra para as suas amigas, e ninguém acredita como você pagou tão baratinho por uma cidade tão esplendorosa. Mas, definitivamente, é uma cidade de segunda mão. Lindíssima, mas de segunda mão. Ótima para você jogar assim com uma cidade muito chique ou muito clássica, tipo Paris ou Viena, e dar aquela quebrada no visual.

Ainda bem que o vintage está na moda. E viva o vintage!!!

Escolha de vinhos



http://colunistas.ig.com.br/vinho/2010/08/01/como-escolher-um-vinho-em-um-restaurante-mesmo-sem-entender-muito-do-assunto/


Como escolher um vinho em um restaurante, mesmo sem entender muito do assunto


Jamais perca o sorriso diante da carta de vinhos
O sommelier, o maitre ou mesmo o garçom chega com o menu aberto, se coloca à sua frente e pergunta à queima-roupa: “Gostaria de escolher um vinho?”
Se você conhece e aprecia tintos e brancos, problema zero. A carta de vinhos é um catálogo dos rótulos à sua disposição na adega – a escolha é uma conseqüência de seu conhecimento e uma tradução de seu desejo naquele momento. O problema é que, para a maioria dos pobres mortais, este cardápio de rótulos traz mais desconforto do que orientação.
A reação mais comum é abrir aquele sorriso amarelo e admitir humildemente que não entende nada de vinho. Ok, os profissionais estão aí para aconselhar e orientar sua escolha. Mas se a ocasião for um almoço de negócios você não vai querer mostrar ignorância diante de seu convidado; se for um jantar romântico, a escolha de um bom vinho é um ingrediente a mais na sedução de sua (ou seu) parceira(o).
As cartas de vinho, assim como a crase, não estão aí para intimidar ninguém. Basta saber a forma correta de usá-las. O Blog do Vinho reuniu algumas sugestões para ajudar os neófitos a se dar bem diante de seus convidados Afinal, escolher o vinho ideal para a refeição de negócios ou aquele encontro amoroso também é uma forma de valorizar o momento.
Quer pagar quanto? – Primeira regra de ouro. Estabeleça um limite de gasto. Nem tão barato que pareça avareza nem tão caro que comprometa o orçamento e soe elitista. Mas não seja tão rigoroso, muitas vezes um pequeno acréscimo de dez ou vinte reais pode mudar de patamar a qualidade do rótulo selecionado. Tenha em mente porém que o preço nos restaurantes tem uma boa margem em relação à etiqueta das lojas e importadoras. Portanto, não fique reclamando para seu convidado dos valores da carta e nem comparando com o preço da prateleira. É, no mínimo, deselegante.
Não tenha pressa - Alguns garçons e sommeliers devem cronometrar, por puro sadismo, o tempo entre a entrega da carta e o pedido do vinho. Em geral, o tempo não é suficiente nem para você passar da primeira página do menu, lembrando que alguns cardápios são praticamente da mesma espessura dos catálogos das importadoras. Para escapar desta arapuca, reaja com calma e explique que antes de selecionar o rótulo vai escolher os pratos. Ponto a seu favor. o fato de demonstrar que se preocupa em harmonizar a comida com o vinho mostra que você tem alguma intimidade com o assunto, mesmo que seja um blefe.
Há cartas e cartas – Dependendo da carta de vinhos, há ums estratégia diferente de seleção. As que mais intimidam os consumidores são aquelas que simplesmente listam os rótulos, organizando no máximo por país. Não há qualquer dica. Outras classificam os vinhos como leves, médios ou potentes. Algumas, mais didáticas ainda, descrevem as características do produtor, da uva e do vinho e ainda propõem harmonizações. Uma mão na roda numa situação de embaraço.
RP, WS, Tre Bicchieri – Desconfie das rótulos com pontuações dos críticos em destaque. Um vinho com 95 RP (Robert Parker) ou 94 WS (Wine Spectator) ou com distinção no guia italiano Gambero Rosso são garantia de qualidade (nem sempre, vai), mas geralmente custam os olhos da cara. Afinal, o primeiro efeito de uma boa pontuação destes übercriticos é a inflação do preço, geralmente desproporcional à qualidade a mais que distinção entrega.






Mostre que vai combinar vinho e comida
Tinto ou branco? – Pergunte ao seu convidado se prefere um tinto ou um branco. Antes de cometer alguma heresia, no entanto, siga algumas regras básicas: se estiver numa churrascaria, pule esta parte e encare logo a lista dos tintos. Se o restaurante for de pescados, o branco é quase uma obrigação. Massas italianas regadas a molhos vermelhos também pedem um tinto, de preferência não muito potente. Por fim, indague se tem predileção por algum país. Se o seu interlocutor tiver uma preferência, já dá para separar alguns rótulos da lista.
Não se arrisque – Este não é o momento de buscar novidades. Concentre sua atenção em rótulos mais conhecidos, em uvas internacionais. Lembre-se, seu objetivo não é surpreender, é não errar. Prefira as variedades tradicionais e mais conhecidas. A chance de acertar o paladar do seu convidado é tanto maior se você navegar por uvas do tipo blockbuster. Tintos?Cabernet sauvignon, merlot, carmenère (para os chilienos) e malbec (para os argentinos) – estes dois últimos fazem sucesso entre os consumidores brasileiros. Brancas? Chardonnay e sauvignon blanc, e olhe lá. Deixe para se arriscar entre amigos ou em outro tipo de ocasião.
Vinhos portugueses em restaurantes idem – Soa meio óbvio, mas em um restaurante especializado na culinária de algum país, escolha um vinho daquela região do mundo. Numa casa especializada em bacalhau, por exemplo, a chance de a carta ter uma boa variedade de rótulos portugueses é maior. É a escolha por afinidade, mesmo ferindo a regra anterior das uvas conhecidas, ou você é doutor em antão vaz, baga e touriga nacional, cepas de origem lusitana? A lógica vale para todos os restaurantes especializados: sejam eles franceses, portugueses ou italianos de alta gastronomia. Nem sempre funciona, porém. Em pizzarias e cantinas italianas é mais comum a lista de vinhos ser repleta de opções chilenas e argentinas por conta da variedade e preço. Aí vale a equação uvas mais conhecidas X valor.
Barato pode sair caro – Evite o rótulo mais barato da casa, mas se for esta sua opção não demonstre que este foi o critério. Nunca alardeie que a opção foi pelo menor preço. Justifique sua indicação com rasgos e elogios ao produtor, ao país, à uva ou à harmonização desejada. Se não der certo, culpe a safra. Se o vinho agradar, o baixo custo não vai fazer diferença, se for um fiasco, porém, sua sovinice ficará explícita e pode deixá-lo em maus guardanapos…
Recomendação da casa – Fuja da seleção do sommelier ou da adega especial da casa, geralmente destacada na primeira folha da carta de vinhos, muitas vezes com um moldura dourada. São os vinhos mais caros do restaurante e nem sempre combinam com os pratos, muito menos com o seu bolso.
Escolhendo o vinho, afinal – Após escanear a carta, escolher os pratos e fazer uma triagem inicial, concentre-se em dois ou três rótulos e finalmente aconselhe-se com o sommelier. Você mostra que valoriza o conhecimento do profissional, mas também demonstra que sabe o que quer e quanto está disposto a pagar. Mas não peça para ele escolher o vinho, mas sim para discorrer sobre as características de cada rótulo e apontar qual seria o mais adequada para aquela ocasião. Aí sim, aceite sua recomendação. E ao provar o primeiro gole mantenha o estilo. Gostando ou não do vinho, confirme a escolha com uma simples manear de cabeça e uma frase curta: “Está ótimo!”. E sorria.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Próximos destinos - hotéis





































































Inicialmente, gostaria de pedir desculpas pela longa ausência. Mas foi um período de muito trabalho e nenhum tempo livre. A boa notícia é qu eagora vou usar o blog para compartilhar com vocês a programação das minhas próximas viagens. De agora até dezembro teremos, em ordem - Salvador, NYC (short trip), Washington, Paris, Vale do Loire, Londres, Budapeste, NYC (long trip), Porto Seguro/Arraial da Ajuda.

À medida que for fazendo a programação vou compartilhando com vcs. Como uma das coisas que sempre me perguntam é qual o hotel escolhido, vou postar aqui os já decididos


NYC (short trip) - Wyndhan garden hotel Chelsea (http://www.wyndhamnyc.com/nyc-hotel-photo-gallery.aspx)



Vale do Loire - Chateau de Beaulieu (http://www.chateaudebeaulieu37.com/)

Londres- Dolphin Square ( http://www.dolphinsquare.co.uk/house/)


NYC (long trip) - Hotel East Houston( www.hoteleasthouston.com/)

Porto Seguro/Arraial da Ajuda - Aquarela hotel (www.aquarelahotel.com.br/)



Legenda das fotos - Bdapeste, Vale do Loire, NYC short, Paris e Salvador.












segunda-feira, 14 de junho de 2010

New York - Dicas gastronômicas

Contribuição do meu maridinho:




direto de ny


Porções de turismo: dicas gastronômicas para aproveitar o melhor de Nova York
por Malu Porto - 21 de abril de 2010


A frenética Times SquareViajar é mais do que um luxo, é uma necessidade. E não importa o destino, seja Egito ou Saquarema, qualquer imersão em uma realidade que fuja da rotina imprime à vida e à mente novas dimensões. O ato de descontextualizar-se nos dá a oportunidade não só de espairecer de nossas obrigações e idiossincrasias, mas também de tirar férias e desapegar daquilo que parece mais impossível: nós mesmos. Recorrentemente ouve-se a máxima que diz que Nova York não é os Estados Unidos. É uma boa frase para resumir essa "ilha de Babel", em que se escuta uma língua distinta a cada esquina dobrada. E nesses tempos de aldeia global, a cidade elevou o seu hibridismo cultural à máxima potência, tal como uma mutação genética bizarra, em que é possível encontrar suecos em um bar no Soho dançando o "Rap das Armas". Curiosidades à parte, boas dicas na bagagem são sempre indispensáveis quando o assunto é turismo. E tão incrível quanto conhecer os circuitos indicados sob medida por seus amigos mais queridos é desbravar lugares randômicos, que pareciam estar à sua espera, tal como uma festa surpresa aguardando o aniversariante.
Então, para quem planeja visitar a "grande maçã", aqui vão algumas sugestões gastronômicas para transformá-la num apetitoso strudel:
O charmoso Sarabeth's, em frente ao Central ParkCafé da manhã em NY para mim é sinônimo de omelete. Imbatível no preparo e apresentação, o prato não se resume apenas a uma fritada em si, vindo sempre acompanhado de batatas, ou saladas, torradas com manteiga e geleias à disposição -- uma verdadeira refeição.
Na franquia da "padaria chique" Sarabeth's, localizada em frente ao Central Park, pode-se comer o clássico feito com queijo de cabra e espinafre. Os pães artesanais que escoltavam o omelete eram tão tenros e macios que derretiam na boca feito tapioca -- e fez valer cada penny dos inflacionados U$S14. "Cheguei às 6 horas da manhã e os preparei eu mesmo" -- me contou o simpático dono do lugar empolgado com o elogio. O chocolate quente também estava bem servido e, aliado à aconchegante e iluminada decoração, foi um alento na gélida manhã de primavera.
Tudo orgânico no Le Pain QuotidieneTurista que se preze deve estar seguro de que a última coisa que fará em NY é descansar. Então, nada melhor do que, entre um e outro "bater de pernas", recarregar as energias em lugares de atmosfera relaxante -- como é o caso do Le Pain Quotidien. De proposta saudável, trabalhando apenas com alimentos e ingredientes orgânicos, o restaurante é um bálsamo para quem quer um respiro. De almoço, fui do combinado de mussarela de búfala, tomates caqui e salada verde, regado a um delicioso molho pesto e acompanhado de pão italiano -- simplesmente divino e bem servido (o preço girava em torno de U$S 12). Para beber, a casa não oferece refrigerantes nem nada do tipo industrial, então pedi um chá de folhas de hortelã. A filial do bairro do Village fica bem em frente ao prédio da NYU (a New York University) e observar os estudantes com seus notebooks e capuccinos é uma atração à parte.
A envolvente decoração e o curioso frango com pipocaO frisson do anoitecer na cidade é encantador. Uma infinidade de restaurantes charmosos tira o fôlego de qualquer entusiasta gastronômico. Uma das experiências mais especiais foi no Jules, no East Village. A casa francesa conta com apresentações diárias de jazz e o cardápio e decoração são de deixar qualquer bistrô parisiense roxo de inveja. As paredes de tijolos brancos e os cartazes vintage são iluminados pelas velas das mesas, criando um clima bastante envolvente. Não pude deixar de pedir a clássica sopa de cebola de entrada, enquanto me impressionava com os bons rótulos de vinhos a preços módicos do menu. De prato principal, frango orgânico em seu próprio molho, com um macio purê de batatas, vagens e… pipoca! Sim, a refeição com cara e gosto de almoço na casa da avó ganhou esse enfeite curioso. Meu acompanhante foi de filés de vitela ao molho funghi e um saboroso nhoque regado a gorgonzola e trufas brancas. As duas porções eram bem servidas e a sugestão fica em investir nas entradas e dividir um principal. Outra boa opção, além da sopa, é o tradicional patê campagne -- leve e autêntico. Foi difícil deixar o lugar, e só conseguimos ir embora após o término do show da banda, que embalava um bebop contagiante.Outras dicas imperdíveis:
Moonstruck - Diner animado, para um bom café da manhã e brunch. Deliciosos omeletes.Roonybrook Milkbar (Chelsea Market) - Cafés, capuccinos e lanches rápidos no charmoso balcão, após desbravar o irresistível mercado gastronômico.
Il Tre Merli - Restaurante superdescolado no Soho, para um jantar a dois ou reunir os amigos. Os preços em conta dos pratos principais surpreendem.
Oyster Bar (subterrâneo da Grand Central Station) - A decoração impressiona, com seus arcos iluminados. Para os fãs de frutos do mar, as patolas de king crab são indescritíveis. Peça um vinho branco para acompanhar.
The Bourgeois Pig - Casa de fondues, perfeita para noites frias. A decoração é vintage, com poltronas de veludo vermelho e iluminação estilo "penumbra". O clima é bem romântico, mas também há animados grupos de amigos.
Cacio e Pepe - Excelente italiano. A lasanha de nozes, mascarpone e trufas é perfeita. Sente nas mesas da varanda e observe o movimento do boêmio East Village.
French Roast - Bistrô francês com excelentes capuccinos e chocolates, além de saladas, omeletes e croques.
Café Sabarsky - Fica dentro da Neue Gallerie e possui o melhor espresso que provei na cidade. A decoração é lindíssima, mais europeia impossível, no entanto, com a bela vista para o Central Park

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Programa basicão 7 dias em NYC

Programa NYC

Upper East Side – Dia 1

Manhã
- Guggenheim
- MET

Tarde
- Central Park East:
a. Delacorte Theatre
b. Belvedere Castle
c. Estátua Alice
d. Sheakspeare Garden
e. The Ramble
f. The Lake
g. Terraço e fonte Bethesda

Downtown – Dia 2

Manhã
- Battery Park
- Estátua da Liberdade

Tarde
- Sea Port
- Brooklyn Bridge
- WTC, Ground Zero
- Wall St.
- Federal Reserve

Woodbury – Dia 3

Soho, Village, Chinatown – Dia 4

Manhã

- Soho: Spring st, Prince st, Broadway
- Washington Square
- Bleeker st – Magnolia bakery

Tarde

- Meatpacking
- Chinatown
- Little Italy

Theatre district, Midtown – Dia 05

Manhã
- Rockefeller center
- Radio City
- St Patrick`s
- MOMA
Tarde

- Trump tower
- 5th Ave
- The Plaza
- Carnegie hall
- Times square

Midtown East – Dia 06

Manhã
- Grand Central station
- Av Madison
- Edifício Chrysler
- Met life building
- ONU

Tarde
- Bryant park
- Public library
- Empire state
- Madison square garden

Upper West side – Dia 07

Manhã
- The Dakota building
- Strawberry fields
- Museu de História Natural

Tarde
- Lincoln Center
- Time Warner Center
- Columbus Circle

Lojas tendência em NY

Finalmente como prometido, as lojas que para mim vão se tornar grandes nomes.
Barney´s CO-OP

Chique, porém mais acessível e moderna que a sua matriz. Sucesso entre os mais jovens já vem ditando tendências.

Built by Wendy
Roupas descoladas para homens e mulheres, a grande vantagem é que dispõe de poucas peças, assim menor o risco de alguém ir numa festa com o mesmo vestido que vc.

Club Monaco
Atende bem a homens e mulheres num estilo bem Richards, porém com preço menor. As roupas são bem feitas e por isso têm cara de roupa cara, apesar de não ser. A loja conta ainda com um personal stylist para te atender, é só agendar pelo site.

Ava Maria

Aberta em 2010, é uma filial da Elizabeth 260, onde se encontra DVF, MJ, Louboutin, Jimmy Choo e Manolo a preços mais convidativos.

Exstaza e TopShop
Moda fast assim como Forever 21, Zara e H&M.

Uniqlo

A marca japonesa tem crescido e se espalhado pelo mundo, atecipando tendências e com roupas que agradam ao público masculino e feminino a preços módicos.

Black Comme des Garçons

Segunda linha da mega comentada Comme Des Garçons. Graças à recessão agora podemos adquirir invenções do inspirado japa a preços mais em conta.

Steve Madden


Bolsas e sapatos super in a preços módicos.

ScoopUma preciosidade em termos de tendência, não é o que podemos chamar de pechincha, mas vale a pena.

Paul Smith

Chegou encantando principalmente aos homens. A grife britânica que alia suas peculiares listrinhas ao new beetle já se espalhou pelo mundo e é minha grande aposta para bater Ralph Lauren e Lacoste, pois atende tanto a Maurícios e Patrícias como a descolados.